segunda-feira, 13 de junho de 2011

Jornal Cidadania Cristã

Jornal Cidadania Cristã 2ª Edição já está circulando nos municípios da região Oeste e Noroeste do Estado do Paraná... Cascavel, Foz do iguaçu, Francisco Alves, Cidade Gaucha, Guaíra, Mar. Când. Rondon, N. S. Rosa, Mercedes, Santa Helena, Pato Bragado, Terra Roxa, Toledo, Umuarama e Salto del Guairá, Paraguai. Glória a Deus!

Ovelhas negras da família - responsabilidade dos pais?

De repente, como que num passe de mágica, você acorda pela manhã e percebe que seu filho ou filha está diferente. As bonecas "Barbies" e seus inúmeros acessórios são esquecidos no fundo de uma gaveta qualquer e as paredes ganham a decoração de fotos dos "Tom Cruises" ou "Brad Pitts" do momento, extraídas de revistas especialmente dirigidas aos "teen" – como gostam de ser chamados.

No quarto dos garotos (tenha cuidado ao entrar) os "rollers" estão pelo chão e sorte sua se você avistar o skate antes de pisar nele! Não há fotos de atrizes prediletas pelas paredes, mas por favor não vá revistar debaixo do colchão ou checar as páginas recentes visitadas por ele na internet - pode ser constrangedor descobrir que seu adolescente guarda ali um número antigo da revista Playboy ou que ele tem "navegado" por mares estranhos...

Você se desespera – talvez tenha uma crise de choro. Começa a se perguntar o que fez de errado. Acha que sua família vai se desestruturar. Em primeiro lugar quero dizer a você: não é necessário o pânico!

É o avanço natural do ciclo vital, cujo relógio só segue para adiante. Certamente este avanço provoca aquilo que denominamos de "Crises de Desenvolvimento".

Estas mudanças acontecem em todas as famílias; são, portanto, universais. E acontecem sempre neste período de passagem de uma etapa à outra do ciclo vital – portanto previsíveis e, em geral, levam a família a graus de funcionamento de maior maturidade, ou seja, são crises normais. Não se pode produzir prematuramente, nem detê-las e provocam mudanças permanentes no status e função dos membros da família.

Quando a família torna-se incapaz, em sua estrutura, de incorporar a esta nova etapa de desenvolvimento, quando não se permite a discussão e o diálogo aberto sobre estas transições, as pessoas e famílias em geral sentem-se isoladas, confusas e com sentimentos de culpa.

Se um filho começa a questionar os valores de vida adotados até então pelos pais e revelar aos mesmos as inúmeras incongruências entre o teórico e o vivido na rotina da família, muitos pais podem sentir-se bastante ansiosos, com receios. Todavia este momento deve ser aproveitado para o crescimento familiar, com uma revisão de vida por parte dos pais, compreensão de suas limitações enquanto parte de sua humanidade, arrependimento de falhas intencionais e propostas de mudanças que visem uma melhor harmonia do núcleo familiar.

Por outro lado quando os pais negam-se a fazer tal auto-avaliação, colocando-se numa postura de "infaláveis" (ou seja, não permitindo nem que os filhos ousem questionar), reprimindo com leis absurdas e castigos desproporcionais às mínimas falhas dos filhos, então corre-se o sério risco de se criar um abismo na relação.

Antes de impedir o avanço do relógio vital, devemos nos preparar para celebrar tais passagens. Um exemplo que muito me alegrou foi de um pastor amigo meu que, ao saber que sua filha havia tido a primeira menstruação, comprou um buquê de rosas e a família fez um almoço especial de celebração, onde o pai expressou a alegria pela transição da filha da infância para a adolescência e conversaram, como família, sobre as implicações de tal passagem, os novos privilégios que a filha iria conquistar progressivamente em termos de autonomia e independência, bem como as novas responsabilidades geradas por tais conquistas.

Muitas vezes as tensões geradas pela transição no ciclo vital são, imperceptivelmente, descarregadas sobre um elemento do núcleo familiar – em geral o elemento mais sensível, o qual passa a apresentar certos "sintomas" (disfuncionais em relação ao padrão familiar), e é logo estigmatizado como: O PROBLEMÁTICO ou A OVELHA NEGRA!

Quanto mais se acirram as tensões, mais se distanciam no diálogo, mais disfuncionais vão se tornando as condutas do adolescente "problema" e mais vai se confirmando a hipótese de que realmente ele é a "ovelha negra".

Os pais podem reagir de distintas formas a estas condutas disfuncionais dos filhos. Alguns criam em suas casas o "MURO DAS LAMENTAÇÕES" familiares (creio que hoje o mais apropriado seria dizer o telefone das lamentações, pois sempre recorrem a um amigo/amiga para derramar seus angustiados corações). Toneladas de culpa são diariamente acumuladas nos "porões familiares", sempre armazenadas para incrementar o fogo das discussões quando nova conduta disfuncional do adolescente se manifesta.

Outros pais procuram espiritualizar a situação e culpam o diabo de todas as mazelas que sobrevêm à família. Se o filho responde com grosseria é porque está influenciado pelo demônio da rebeldia, se não acata uma ordem é o demônio da desobediência, e assim seguem exorcizando os pretensos demônios que assediam o filho, mas eles mesmos esquecem de acercar-se para um diálogo afetivo e saudável.

Não quero dizer com isto que o diabo não se aproveita destas situações para criar mais confusão, afinal esta é sua tarefa: roubar, matar e DESTRUIR! Todavia, numa situação em que impera o amor, a disposição ao diálogo, o afeto e a ternura, o diabo não tem espaço – pelo contrário, ele foge disso (De onde procedem as contendas entre vocês?... Da vossa própria natureza carnal... resisti ao diabo e ele fugirá de vós... Tiago 4:1 e 7).

O diabo não é culpado quando pais deixam de ser atentos às necessidades de seus filhos e priorizam um milhão de atividades em detrimento de uma atenção concentrada a eles. Mesmo a mais eclesiástica das atividades não justifica a desatenção em relação às necessidades básicas dos filhos. A mensagem apostólica aos pais é de não provocar os filhos à ira (Efésios 6:4) e eu creio que muitos filhos ficam irados por causa da falta de atenção dos pais para com suas necessidades afetivas básicas. Veja, NECESSIDADES AFETIVAS, não físicas ou materiais!!!

Portanto creio que toda "OVELHA NEGRA" da família é somente um sintoma de que esta família não está encontrando meios para superar a crise de passagem de uma etapa à outra do ciclo vital e que tenta manter, sob tensão, uma forma de relacionamento muito estreito, que não supre as necessidades emocionais dos membros da família e leva o adolescente - já sensível por natureza – a extravasar tais tensões através de condutas disfuncionais e receber a insígnia de "problemático ou ovelha negra".

Ainda uma última palavra de orientação. A grande maioria das tensões são diluídas com um diálogo franco e aberto, em uma comunicação participativa, onde todos se expressam e são escutados e todos também tem disposição de escutar integralmente o outro, sem pré-julgamentos que nada mais são que pré-juízos para o grupo. Os filhos só vão aprender tal modelo de comunicação se os pais tiverem a mesma como prática corriqueira em sua relação conjugal. Portanto o cultivo de um diálogo entre o casal é básico para uma resolução sadia nas crises de desenvolvimento da família.

Finalmente se sua família está passando por uma crise de desenvolvimento e vocês têm identificado um elemento – um dos filhos – como a "Ovelha Negra", minha sugestão é que busquem um bom conselheiro ou terapeuta familiar, alguém experimentado em assessoramento de famílias (não só um bom conselheiro, espiritual ou um bom psicólogo, afamado, mas alguém com comprovada experiência no assessoramento familiar), e toda a família inicie um processo em busca de novos estágios de maturidade e novas formas de relacionamento, que proporcionem uma harmonia maior de todo o conjunto familiar.

Recomendamos: Para os que têm mais interesse sobre onde encontrar um bom assessor familiar, podem escrever para a Associação Brasileira de Assessoramento e Pastoral da Família - EIRENE do Brasil, que treina profissionais, pastores e líderes cristãos em todo o Brasil especialmente para este fim.

O endereço de EIRENE é Rua Paula Gomes, 850, Curitiba, Paraná. O telefone é (41) 3013.5415 e você pode entrar em contato através da nossa homepage www.eirene.com.br ou pelo e-mail eirene@eirene.com.br

O maior inimigo do pastor

O maior inimigo do pastor é o orgulho e ele é especialmente perigoso para jovens pastores (I Tm 3.6). Causas particulares para o orgulho

Dons Públicos. Como seus dons são exercidos publicamente (ao contrário daqueles que são mais privados e não são vistos nos diversos ministérios), eles tendem a ser mais reconhecidos, admirados e louvados.

Status Oficial. Como muitos do povo de Deus respeitam e honram o ofício do pastor (algumas vezes sem se preocupar com quem o faz), você tende a pensar que é você a quem eles honram e respeitam. Antropocentrismo. Quando as pessoas são abençoadas sob seu ministério, elas constantemente atribuirão a benção a você, e não a Deus.

Idéias Mundanas de Liderança. Você se vê “no comando de todas essas pessoas”, ao invés de servo delas.

Inexperiência. É típico de a Igreja colocar jovens não testados e inexperientes em posições de alta responsabilidade sem passar pela “escola de duras pancadas da humildade”. Talvez sem nunca terem sido liderados, eles nem sabem liderar também.

Entendimento Ruim do Chamado ao Ministério. Paulo não via o ministério pastoral como um prêmio que ele tinha conquistado. Para Paulo, isso era obra da graça, um presente imerecido, assim como a salvação (Ef 3.8).

As Conseqüências Pastorais do Orgulho

Se você cai em orgulho, haverá sérias conseqüências no seu ministério.
Você começará a depender dos seus dons, em vez de depender de Deus.
Você irá se tornar impaciente com seus irmãos menos dotados do seu ministério ou entre os líderes.
Você se tornará negligente e insensível com os costumes e tradições do passado.
Você resistirá a critica pessoal e conselhos maduros.
Você ficará descontente e desestimulado porque “eu mereço mais que essas pessoas!”.
Você se considerará acima dos trabalhos pequenos e corriqueiros da congregação.
Você parará de aprender porque, afinal, já sabe mais do que qualquer um. Você pode cair na “condenação do diabo” (I Tm 3.6).
A Cura Pessoal do Orgulho
Deixe essas duas frases serem as batidas do coração do seu ministério

1. Eu sou um pecador.
Lembre-se de quem você era (pense nos pecados dos quais você foi liberto)
Lembre-se o que você poderia ser agora (Se Deus não tivesse alcançado você)
Lembre-se de quem você é (desvende seu próprio coração)
Lembre-se de quem você ainda poderia ser (se Deus removesse sua graça contentora)

2. Eu sou servo
Um servo de Deus (não independente, mas dependente de Deus para liderar, comandar e abençoar)
Um servo do povo de Deus (não seu senhor ou soberano)
Um servo de pecadores (não despreze os não-salvos, mas fique de joelhos por eles)
Um servo dos servos (não concorra com outros pastores, mas sirva-os)
Um servo do Servo (aquele que diz, “Está no meio de vós aquele que serve” e “o servo não é maior que o seu Mestre”).
Assim se conhece os verdadeiros pastores.
Traduzido por Rafael Bello

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Réplica moderna da Arca de Noé chegará a Londres para os Jogos Olímpicos

Johan Huibers, um excêntrico cristão holandês, levou três anos e gastou 1,6 milhões de dólares do seu próprio dinheiro para construir uma réplica da Arca de Noé! Uma replica da arca mencionada na Bíblia. Ele teve a idéia pela primeira vez há 20 anos, quando sonhou que haveria uma grande enchente na Holanda, então decidiu construir a arca, pois o sonho havia sido uma mensagem de Deus.

Huibers, tem 60 anos de idade, planeja levar a réplica da arca para rio Tamisa durante os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Ele inclusive já mandou uma carta ao prefeito Boris Johnson, pedindo autorização para atracar em Londres. Segundo Johan Huibers, a enorme réplica moderna da Arca de Noé vai inspirar as crianças.

A “Arca de Huibers” tem exatamente o mesmo tamanho da arca original, 137 metros de comprimento, 22 metros de largura e aproximadamente 16 metros de altura. Dentro da arca estarão modelos de animais, sempre em pares, além de um viveiro com pássaros de verdade voando para todos os lados.

Essa é a segunda arca construída por Huibers. A primeira ficou pronta em 2007, mas era bem menor, com “apenas” 70 metros de comprimento.
Segundo a Bíblia, a Arca de Noé foi construída para proteger a família de Noé e um par de animais de todas as espécies do dilúvio que durou 40 dias e 40 noites.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Amor, o argumento irresistível

Francis Schaeffer, considerado um dos mais destacados líderes do cristianismo do século passado, disse que o amor é a apologética final. O amor não consiste de palavras, mas de atitudes. James Hunter, autor do livro O Monge e o Executivo, diz acertadamente que não somos o que falamos, somos o que fazemos. O próprio Filho de Deus é categórico em afirmar que somos conhecidos como seus discípulos pelo amor. Destacaremos aqui alguns pontos importantes para a nossa reflexão.

1. O amor é o argumento irresistível porque é a síntese da lei de Deus. Os Dez Mandamentos tratam da nossa relação com Deus e com o próximo. Amar a Deus e ao próximo é a síntese da lei de Deus. Quem ama a Deus não busca outros deuses nem faz para si imagens de escultura para adorá-las. Quem ama a Deus não desonra seu nome, mas deleita-se em ter comunhão com ele. Quem ama ao próximo, honra pai e mãe. Quem ama o próximo respeita sua vida, sua honra, seus bens, seu nome, jamais cobiçando o que lhe pertence. O amor é o vetor que governa a vida do cristão.

2. O amor é o argumento irresistível porque é o maior de todos os mandamentos. Quando perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento da lei de Deus, Jesus citou o shema: “Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e toda a tua força”. E prossegue dizendo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Esse era o credo de Jesus. O amor não é apenas a síntese da lei, mas também o maior mandamento da lei. No amor se cumprem a lei e os profetas. O amor a Deus e ao próximo não podem ser separados. O apóstolo João diz que não podemos amar a Deus a quem não vemos, se não amamos ao próximo a quem vemos. Nosso amor a Deus é provado pelo nosso amor ao próximo enquanto o nosso amor ao próximo é inspirado pelo nosso amor a Deus.

3.    O amor é o argumento irresistível porque seu propósito não é agradar a si mesmo, mas entregar-se a si mesmo. O amor em destaque não é um sentimento, mas uma atitude. Não é amor romântico, mas sacrificial. Não é amor apenas de palavras, mas de fato e de verdade. Não é amor que busca gratificação, mas amor que se sacrifica sem reservas. Porque Cristo nos amou, entregou-se por nós. De igual modo, devemos dar nossa vida pelos irmãos. O Senhor Jesus é absolutamente claro: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros: assim como eu vos amei”. Esse mandamento é novo porque Jesus não apenas nos dá uma ordem antiga, mas também, um modelo singular.

4. O amor é o argumento irresistível porque é a prova insofismável de que somos discípulos de Cristo. A evidência maior de que somos discípulos de Cristo não é nosso conhecimento nem mesmo os nossos dons, mas o amor. Jesus é categórico neste ponto: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. O amor é a prova dos nove, o sinal mais visível, a marca mais distintiva, a evidência mais eloqüente de que somos seguidores de Jesus. Aquele que não ama nunca viu a Deus, pois Deus é amor. Aquele que não ama ainda está nas trevas. Não somos salvos pelo amor, e sim pela graça; mas evidenciamos nossa salvação pelo amor. O amor não é causa da nossa salvação, mas sua evidência irrefutável. O amor não é apenas um apêndice da vida cristã, mas sua própria essência. Não é apenas um dentre tantos argumentos que evidenciam nosso discipulado, mas o argumento final, o argumento irresistível.
Fonte: Pr. Hernandes Dias Lopes

A família sob ataque

A família brasileira está encurralada por crises medonhas. Há uma orquestração perversa contra essa vetusta instituição divina, com o propósito de solapar seus alicerces e desconstruir seus valores. Abordaremos, aqui, quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentes.

1. A mídia televisiva. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerado o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nenhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homoafetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).
2. A suprema corte. A suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Os juízes de escol da nossa nação reconheceram como legal e moral a relação de um homem com um homem e de uma mulher com uma mulher. Precisaremos, portanto, redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Estamos colocando os valores morais de ponta cabeça. Estamos desmoronando o que Deus edificou. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.
3. O ministério da educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o ministério da educação está lançando um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não é esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual. Querem tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. Querem domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta ao criador. É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do ministério da educação, que em vez de sair em defesa da família, e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em virtude da pressão da bancada evangélica e não por dever de consciência, nestes últimos dias, a presidente mandou suspender o referido kit.
4. O congresso nacional. Está na pauta do congresso nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a constituição federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!
Fonte: Rev. Hernandes Dias Lopes

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Evangélicos e católicos realizam maior manifestação da História em Brasília

Os manifestantes criticaram a chamada lei da homofobia, que tramita no Senado; contra o PL 122 que criminaliza a homofobia no Brasil e ameaça à liberdade religiosa....

Quase 25 mil evangélicos e católicos ocuparam o gramado em frente ao Congresso Nacional nesta quarta-feira para protestar contra a aprovação da chamada lei da homofobia, que proíbe manifestações contrárias ao homossexualismo. Evangélicos e católicos de todo Brasil estiveram na manifestação liderada pelo Pastor Silas Malafaia. A maioria dos segmentos evangélicos e católicos no Brasil são contra vários itens do projeto Lei 122 e alegam que a medida cria um grupo privilegiado dentro da legislação brasileira e fere a liberdade religiosa.

Os milhares de manifestantes conduziram faixas e bandeiras, contra a chamada homofobia, contra o aborto, contra o casamento homossexual e a legalização da maconha. O pastor Silas Malafaia, que convocou os evangélicos e liderou a manifestação foi categórico em afirmar que a decisão do Supremo Tribunal Federal de legalizar a união civil entre pessoas do mesmo sexo: "O STF rasgou a Constituição".

Dezenas de deputados e senadores das bancadas católica e evangélica acompanharam a manifestação e fizeram uso da palavra. Os senadores Magno Malta e Marcelo Crivella, além de deputados e pastores, discursaram em defesa da família. Entre os manifestantes, havia pessoas de diferentes partes do país.

No inicio de nossa viagem a Brasília foi possível perceber a magnitude do evento, pois o aeroporto de Foz do Iguaçu estava lotado, com filas intermináveis de todas as empresas de aviação que seguiam para Brasília. Entre os manifestantes, estava o Pr. Rubenir Cadernal, superintendente da Igreja do Evangelho Quadrangular de Umuarama. O jornal Cidadania Cristã registrou esse momento histórico para os cristãos brasileiros.

Mais detalhes no jornal Cidadania Cristã que circular a partir de 07/6 no Oeste Paranaense. Onde destacaremos também o trato de alguns deputados que no momento de conseguir votos bajulam os eleitores e seus amigos. Mas no momento de apoiar e defender a dignidade da família, se escondem, dá desculpas esfarrapadas para não ajudar.