segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A Marca de Amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, os alunos de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.

A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.

O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.

Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ. A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:

- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora,
  eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade... A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou: além de mim, havia mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...

Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. Só que quando minha mãe tentou entrar na  casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- " Minha filhinha está lá dentro!"
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...

Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. 
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente,
mas eu tinha que pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.

Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa,
então me joguei em cima dela para protegê-la,
e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.

Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem...
Mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.
Silêncio total em sala.
Para você que leu esta história,
queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.            
Não falo da CICATRIZ visível, mas das cicatrizes que não se vêem,
estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.

Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.

Essas cicatrizes eram nossas, o pecado provocou essas cicatrizes, mas Ele tomou o nosso lugar, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES. Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama não por quem você é, mas sim pelo que você é,
e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.   
Nunca se esqueça disso!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Grupos gays ameaçam entrar na Justiça contra outdoor de evangélicos


Grupos vão realizar Parada Gay no domingo (21) em Ribeirão Preto

Pastor refuta homofobia porque 'Bíblia está escrita há milhares de anos'.
Os organizadores da Parada Gay de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, prometem contestar na Justiça outdoors colocados pela igreja evangélica Casa de Oração que citam mensagens bíblicas sobre homossexualidade. Os grupos gays reclamam de provocação, já que no domingo (21) ocorre a 7ª Parada do Orgulho Gay no município.
Segundo o pastor Antônio Hernandes Lopes, no entanto, o objetivo é apenas “expressar o que Deus diz a respeito da homossexualidade”. Nas frases, que citam a Bíblia, lê-se: “Assim diz Deus: ‘Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável...’”. Há ainda outras duas passagens relacionadas ao tema.
"Todos os seres humanos têm direito a expressar o que quiserem, mas têm o ano todo para fazer isso. Fazer na semana da diversidade é uma maneira de ataque, não tinha essa necessidade", afirma Agatha Lima, uma das responsáveis pela Parada Gay na cidade.
“Estamos aproveitando a oportunidade que eles estão divulgando a maneira de viver deles para expressar o que Deus diz a respeito”, rebate o pastor. Ele diz que o outdoor foi colocado em um ponto distante do trajeto da Parada Gay, justamente para evitar confrontos.
Mas não é o que diz Agatha Lima. "Esse outdoor é apenas um dos cinco que foram instalados na cidade. E esse, próximo à Câmara Municipal, está a um quarteirão do nosso Centro de Referência da Diversidade Sexual", diz.
O pastor da Igreja Casa de Oração refuta a acusação de homofobia: “É algo que já está divulgado há milhares de anos”, afirma Antônio Hernandes. “Nós amamos essas pessoas, oramos por elas, elas são bem-vindas, mas a vida, a forma que elas vivem, está contrária àquilo que Deus diz”, argumenta.
Fonte: G1

O que faz o amor acabar?

Egoísmo – Uma relação existe porque queremos dividir nossa vida com alguém. E isso significa dividir seus pensamentos, sentimentos, tempo e seus bens pessoais com seu parceiro(a). Portanto, nenhum tipo de egoísmo faz sentido quando falamos num relacionamento a dois. Se você tem atitudes egoístas, seu parceiro(a) vai sentir que está sendo deixado de fora da sua vida e vai começar a questionar a relação. Ser egoísta leva à alienação e desconexão, e acaba com a intimidade do casal. 
 Desprezo – Se você está com alguém é porque gosta daquela pessoa. E, além de gostar, você deveria respeitar essa pessoa e querer estar na companhia dela. Desprezar seu parceiro(a) vai contra as “regrinhas” de um relacionamento saudável, e sempre acaba machucando quem está sendo desprezado. A “vítima” termina ficando confusa e com raiva daquela situação, afinal eles deveriam se sentir valorizados.
 Humilhação – Todo mundo é sensível quando se trata de vergonha, mesmo que em diferentes graus. Em uma relação, um deveria fazer o outro se sentir bem, e não o oposto. Fazer o outro se sentir idiota ou inferior é muito destrutivo, e se você humilhar seu parceiro(a) na frente de outras pessoas, considere isso a gota que vai fazer o copo transbordar, com certeza.
 Resmungos (xingamentos) – Tudo o que alguém quer é sentir que seu relacionamento é seu porto-seguro, seu refúgio. E se o parceiro(a) estiver sempre reclamando de tudo, você vai querer fugir disso também. Em um relacionamento é importante haver respeito mútuo e saber ouvir. Se seu amado(a) não estiver ali para te ouvir, a solução vai ser uma terapia de casal. Ou algo pior.
 Não ajudar – O ombro do seu amado(a) tem que estar sempre ali para você. Não deve haver dependência, e sim confiança. Se você não estiver ali para apoiar seu parceiro(a), a confiança vai minguando e ficar sozinho acaba sendo uma opção melhor do que manter o relacionamento.   
 Controlar demais – A vantagem de ser adulto é justamente poder ser independente, e ditar as próprias regras. A maioria das pessoas quer essa independência e não vai querer alguém controlando todos os seus passos. Oprimir seu parceiro(a) dessa maneira só vai afastar o casal.
 Comparações – Você sempre quer se sentir uma pessoa única, e com qualidades que sejam só suas, não é? Se seu amado(a) ficar te comparando às ex ou a outras pessoas, e fazer você se sentir inferior àquela pessoa, você vai se sentir desmoralizada(o). Então não faça isso com ninguém, isso só faz a pessoa não querer mais estar do seu lado.
Insatisfação constante – A coisa mais gostosa de estar namorando, ou casado, é sentir que você está fazendo seu parceiro(a) feliz. E ter alguém que te faça feliz é igualmente bom. Então se nada nunca está bom o suficiente, e você nunca está feliz com nada, o parceiro(a) vai acabar desistindo de tentar. A relação acaba virando uma frustração para essa pessoa, e tudo isso só vai fazer esse amor morrer na praia.
Não se comprometer – Se sentir amada e segura é um item fundamental quando se está em um relacionamento. Então se negar a comprometer-se com essa relação vai fazer o parceiro(a) sentir-se vulnerável e inseguro, e essa ansiedade vai gerar um conflito no casal. A falta de comprometimento fica ainda pior quando existe alguma traição, uma vez que isso põe em xeque a confiança, que é essencial na relação.
Violência - Seja verbal ou física, a violência é inaceitável em uma relação. Algumas pessoas tendem a descontar seus sentimentos ruins ou tristes em cima do parceiro(a), mas esse hábito é muito ruim, não tendo consideração pela pessoa que amamos. Todo mundo tem o direito de ficar chateado ou com raiva na vida, até mesmo com o próprio parceiro(a), mas nunca é aceitável ser violenta(o). Gritar e xingar podem ter o mesmo efeito que um tapa. Carinho e respeito são fundamentais.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; I Coríntios, 13:4-8.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Jesus, o remédio para uma igreja enferma

Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: Éfeso simboliza a igreja apostólica; Esmirna, a igreja dos mártires; Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; Sardes, a igreja da Reforma; Filadélfia, a igreja das missões modernas e Laodicéia, a igreja contemporânea. Essa classificação, entretanto, não tem qualquer amparo histórico nem qualquer fundamentação bíblica.

Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas:

1. Jesus conhece profundamente a sua igreja. Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida.

2. Jesus não se impressiona com aquilo que impressiona a igreja. O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”.

3. Jesus não se contenta com doutrina sem amor nem com amor sem doutrina. Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.

4. Jesus sempre se apresenta como solução para os males da igreja. A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja.

5. Jesus se apresenta à sua igreja para fazer alertas e também promessas. Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu!

Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Um apelo ao povo de Deus: Não deixe a igreja morrer

As sete igrejas da Ásia Menor, conhecidas como as igrejas do Apocalipse, estão mortas. Restam apenas ruínas de um passado glorioso que se foi. As glórias daquele tempo distante estão cobertas de poeira e sepultadas debaixo de pesadas pedras. Hoje, nessa mesma região tem menos de 1% de cristãos. 

Diante disso, uma pergunta lateja em nossa mente: o que faz uma igreja morrer? Quais são os sintomas da morte que ameaçam as igrejas ainda hoje? 
1.    A morte de uma igreja acontece quando ela se aparta da verdade. Algumas igrejas da Ásia Menor foram ameaçadas pelos falsos mestres e suas heresias. Foi o caso da igreja de Pérgamo e Tiatira que deram guarida à perniciosa doutrina de Balaão e se corromperam tanto na teologia como na ética. Uma igreja não tem antídoto para resistir a apostasia e a morte quando a verdade é abandonada. Temos visto esses sinais de morte em muitas igrejas na Europa, América do Norte e também no Brasil. Algumas denominações histórias capitularam-se tanto ao liberalismo como ao misticismo e abandonaram a sã doutrina. O resultado inevitável foi o esvaziamento dessas igrejas por um lado ou o seu crescimento numérico por outro, mas um crescimento sem compromisso com a verdade e com a santidade. 

2.     A morte de uma igreja acontece quando ela se mistura com o mundo. A igreja de Pérgamo estava dividida entre sua fidelidade a Cristo e seu apego ao mundo. A igreja de Tiatira estava tolerando a imoralidade sexual entre seus membros. Na igreja de Sardes não havia heresia nem perseguição, mas a maioria dos crentes estava com suas vestiduras contaminadas pelo pecado. Uma igreja que flerta com o mundo para amá-lo e conformar-se com ele não permanece. Seu candeeiro é apagado e removido. 
3.    A morte de uma igreja acontece quando ela não discerne sua decadência espiritual. A igreja de Sardes olhava-se no espelho e dava nota máxima para si mesma, dizendo ser uma igreja viva, enquanto aos olhos de Cristo já estava morta. A igreja de Laodicéia considerava-se rica e abastada, quando na verdade era pobre e miserável. O pior doente é aquele que não tem consciência de sua enfermidade. Uma igreja nunca está tão à beira da morte como quando se vangloria diante de Deus pelas suas pretensas virtudes. 

4.    A morte de uma igreja acontece quando ela não associa a doutrina com a vida. A igreja de Éfeso foi elogiada por Jesus pelo seu zelo doutrinário, mas foi repreendida por ter abandonado seu primeiro amor. Tinha doutrina, mas não vida; ortodoxia, mas não ortopraxia; teologia boa, mas não vida piedosa. Jesus ordenou a igreja a lembrar-se de onde tinha caído, a arrepender-se e a voltar à prática das primeiras obras. Se a doutrina é a base da vida, a vida precisa ser a expressão da doutrina. As duas coisas não podem viver separadas. Uma igreja viva tem doutrina e vida, ortodoxia e piedade. 
5.     A morte de uma igreja acontece quando falta-lhe perseverança no caminho da santidade. As igrejas de Esmirna e Filadélfia foram elogiadas pelo Senhor e não receberam nenhuma censura. Mas, num dado momento, nas dobras do futuro, essas igrejas também se afastaram da verdade e perderam sua relevância. Não basta começar bem, é preciso terminar bem. Falhamos, muitas vezes, em passar o bastão da verdade para a próxima geração. Um recente estudo revela que a terceira geração de uma igreja já não tem mais o mesmo fervor da primeira geração. É preciso não apenas começar a carreira, mas terminar a carreira e guardar a fé! É tempo de pensarmos: como será nossa igreja nas próximas gerações? Que tipo de igreja deixaremos para nossos filhos e netos? Uma igreja viva ou igreja morta?
Pr. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

QUANDO DEUS QUER, NÃO TEM JEITO!

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda.
Um bruxo que ouvia o programa também, resolveu pregar-lhe uma peça. Conseguiu seu endereço e chamou seus secretários ordenando-lhes que fizessem uma compra e levassem para aquela mulher, com a seguinte orientação: Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO!
Ao chegarem a casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando alimentos.
Os secretários do bruxo, conforme as orientações recebidas lhe perguntaram:
-A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:
- Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!
 
'NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA, MAS QUANDO DEUS DETERMINA, ELA VEM...
Tenha paciência. Não é no seu tempo, e sim no tempo Dele... Sua visão tem limite. Ele ultrapassa esse limite e pode operar de maneira sobrenatural... Apenas creia!