terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Governo confisca Bíblias e destrói igrejas cristãs no Irã

Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.

Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.

O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristã pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.

Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.

“O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”

Além do confisco de Bíblias o temor dos líderes cristãos no país é de que o governo destrua igrejas no país como aconteceu na cidade de Kerman onde uma das principais igrejas foi destruída por autoridades locais.

Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais. A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.

Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.

E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda anti-religiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.
Fonte: Gospel+

Quando os lobos atacam as ovelhas

O apóstolo João, em sua segunda carta, versículos 7 a 11, fala acerca de três perigos que a igreja enfrenta em relação aos falsos mestres e enganadores, que como lobos, espreitam as ovelhas de Cristo. Os falsos mestres sempre existiram e sempre procuraram se infiltrar no meio do rebanho para atacar as ovelhas. Esses enganadores negam, por exemplo, as verdades essenciais da fé cristã, como a encarnação de Cristo e sua morte vicária na cruz. Eles têm o mesmo espírito do anticristo e vêm para preparar seu caminho (2 Jo 7). Esses lobos nem sempre colocam as unhas de fora. Na maioria das vezes, travestem-se de ovelhas para entrar no aprisco e devorá-las. Que cautela a igreja precisa ter? Quais são os perigos que precisamos evitar para não sermos atacados por essa alcatéia de lobos?

1.    O perigo de tornar atrás (2 Jo 8). João alerta aos crentes para ficarem atentos a fim de não retrocederem e não perderem aquilo que foi realizado com esforço pelos verdadeiros obreiros de Deus. Quem retrocede na fé, quem escuta a voz dos falsos mestres e quem se afasta da igreja do Deus vivo para dar ouvidos às heresias perniciosas dos falsos mestres rifa sua própria alma no balcão do engano. O apóstolo João recomenda cautela, pois os falsos mestres não se apresentam como tal. Eles vêm com voz suave. São simpáticos, atraentes, bons comunicadores. Parecem sempre estar na frente, trazendo revelações novas e espetaculares. Mas, sorrateiramente ou mesmo explicitamente negam as verdades fundamentais da fé cristã e desconstroem os pilares do cristianismo. Seguir esses aventureiros é desviar-se da fé, é mergulhar na escuridão da mentira de Satanás e colocar os pés no caminho largo que conduz à perdição.

2.    O perigo de ir além (2 Jo 9). Os falsos mestres sempre ficam aquém das Escrituras ou vão além delas. Eles ultrapassam a doutrina de Cristo. Não têm a Palavra de Deus como única regra de fé e prática. Acrescentam à Bíblia alguma nova revelação. Ao fazerem isso, negam a veracidade e a suficiência das Escrituras. Negam também a Pessoa e a obra perfeita e completa de Cristo. Negam a salvação pela graça e introduzem mentiras perniciosas, fazendo-as passar pela última verdade a que todos os homens devem se render. O apóstolo Paulo já havia alertado aos crentes da Galácia que ainda que um anjo de Deus viesse do céu para pregar outro evangelho, além daquele que foi pregado, deveria ser rejeitado veementemente. Só há um evangelho. Só há uma mensagem salvadora. Buscar outros caminhos, outras fontes e outras revelações é cair num abismo trevoso, é desviar-se da verdade, é apostatar-se da fé.

3.    O perigo de ir junto (2 Jo 10,11). O apóstolo João é enfático em dizer que não podemos receber em nossa casa aqueles que trazem em sua bagagem a falsa doutrina, aqueles que negam nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo como nosso único e suficiente Salvador e Senhor. Não podemos dar as boas vindas a esses lobos travestidos de ovelhas, pois fazer isso é tornar-se cúmplice de suas obras más. Os falsos mestres são incansáveis em sua jornada de morte. Eles são itinerantes. Batem de porta em porta e buscam sempre uma oportunidade para enredar alguém com sua astúcia. A única forma de mantermos esses lobos fora do aprisco, longe das ovelhas e distante da nossa casa é firmarmo-nos na verdade. Sem o conhecimento das Escrituras, não teremos discernimento necessário para distinguir entre o lobo e a ovelha, entre a verdade e a mentira, entre o verdadeiro evangelho e o falso evangelho. Nesse tempo em que a sociedade organizada, por meio de suas mais respeitadas instituições, conspira contra os valores espirituais e morais que devem reger a família. Nesse tempo em que florescem como cogumelo novas seitas bem como novas igrejas introduzindo novidades estranhas às Escrituras, arrebatando multidões aos seus redutos, precisamos nos acautelar e dar ouvidos à exortação do apóstolo João: Não torne atrás! Não vá além da doutrina! Não caminhe junto com os falsos mestres!
Pr. Hernandes Dias Lopes

sábado, 3 de dezembro de 2011

Louvor, a causa da vitória

O louvor é uma expressão de júbilo do povo de Deus tanto nos momentos de profusa alegria como no vale da dor mais atroz. Jesus, estando com sua alma angustiada, na noite em que foi traído, depois de celebrar a ceia com seus discípulos, no cenáculo, cantou um hino e saiu para o monte das Oliveiras, onde travou uma luta de sangrento suor e derramou lágrimas, na mais titânica batalha da humanidade. Paulo e Silas cantaram na prisão, à meia noite, com seus pés presos no tronco e com seus corpos ensangüentados. O patriarca Jó, mesmo esmagado pela dor avassaladora da morte de seus dez filhos, num único acidente, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus. Mais tarde chegou a dizer que Deus inspira canções de louvor nas noites escuras.

Queremos examinar o assunto em tela, examinando a passagem de 2 Crônicas capítulo 20. Josafá, rei de Judá, homem piedoso e temente a Deus foi entrincheirado por três nações inimigas: Edom, Amom e Moabe. Esses inimigos entraram em acordo para atacar Jerusalém. A cidade de Davi estava cercada. Os adversários já estavam posicionados, estrategicamente, às margens do Mar Morto, muito próximo de Jerusalém. A notícia chegou ao rei de Judá numa hora em que não se tinha tempo suficiente para esboçar qualquer reação àquele grande exército invasor. Nesse momento, Josafá teve medo. Sabia que era uma causa humanamente perdida. Sabia que o tempo conspirava contra ele. Sabia que seus recursos eram insuficientes para entrar naquela peleja. Em vez de desesperar-se, porém, Josafá pôs-se a buscar o Senhor, e decretou um jejum em todo o Judá e conclamou o povo a orar. O próprio rei confessou não saber o que fazer, mas reafirmou sua confiança em Deus, quando disse: “os nossos olhos estão postos em ti”.

Quando o povo clama a Deus, a resposta vem e vem trazendo orientação segura. O povo não deveria temer. Deus lutaria por ele. A vitória não viria do braço da carne nem da estratégia militar. Deus mesmo desbarataria seus inimigos e lhes daria retumbante vitória. Surpreendentemente, Deus ordenou que se ordenasse cantores que, fossem à frente do exército, cantando louvores ao Senhor, em voz alta sobremaneira. A vitória viria não pela espada, mas pelo louvor. Viria não pelo combate, mas pela adoração. Diz a Escritura que, tendo eles começado a cantar e a dar louvores a Deus, o Senhor pôs emboscada contra os inimigos e eles foram desbaratados. A vitória não veio como resultado da batalha, mas como conseqüência do louvor. O louvor não é apenas arma de guerra, mas o brado do triunfo. O louvor não é apenas conseqüência da vitória, mas, sobretudo, a causa da vitória. Não devemos louvar a Deus apenas depois que o inimigo foi derrotado, mas devemos louvar para que o inimigo seja derrotado. Não devemos louvar apenas porque o sol está brilhando, mas devemos louvar mesmo nas noites escuras. Não devemos louvar apenas depois que a tempestade se foi, mas louvar para que ela se vá. O louvor é uma expressão de confiança inabalável de que Deus está no controle da situação, mesmo que nós já tenhamos perdido o controle. O louvor é a manifestação de nossa alegria em Deus, mesmo que as circunstâncias à nossa volta conspirem contra nós. O louvor não é apenas um sentimento ou uma emoção, mas uma atitude de descansar em Deus e exultar em sua bondosa providência.

Quando o povo de Israel chegou no acampamento do inimigo, o vale da ameaça, encontraram seus adversários mortos e o acampamento repleto de ricos despojos. O vale da ameaça foi chamado de “vale da bênção”. O lugar do perigo, tornou-se o território da vitória. O ambiente de apreensão e medo, transformou-se no palco da celebração. A arena da espoliação, converteu-se em campo fértil da provisão. Aquilo que apontava para a morte irremediável, transformou-se no cenário mais eloquente da vida. O louvor ainda hoje nos coloca acima dos problemas e mais perto daquele que está assentado na sala de comando do universo.
Rev. Hernandes Dias Lopes


sábado, 26 de novembro de 2011

Confissões de um ex-religioso

Fayson Merege, no Transformados pelo evangelho
CANSEI! Cansei de acordar pelas manhãs e procurar alguma coisa no mundo “gospel” para “criticar”, seja o que pessoas andam falando/fazendo ou dos últimos assuntos do momento. Não quero mais “bater de frente com ninguém”; quero apenas viver essa GRAÇA DIVINA que me alcança todos os dias e que me dá chances de fazer o que é certo.
CANSEI! Cansei de olhar os meus defeitos nos outros e procurar “desculpas” pra “criticar/julgar” achando que sou o detentor de um conhecimento e que do mesmo se faz uma verdade absoluta para tudo e todos. Estou cansado de viver sobre minha sabedoria humana sem valor, pois:
“Ninguém se engane a si mesmo: se alguém dentre vós se tem por sábio neste século, faça-se estulto para tornar-se sábio” – 1ª Coríntios 3:18
CANSEI! Cansei desse meu conhecimento carnal, que se pauta nesse mundo e em seus olhares; quando meu “conhecimento divino” deveria ser mais do que meros conhecimentos das palavras e das idéias teológicas da Bíblia. Não quero mais ser como o homem natural, que não tem o Espírito (Pois o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus – 1ª Cor 2:14”a”). Quero deixar de lado essas coisas vãs por mais familiarizado que eu esteja com as idéias cristãs.
CANSEI! Cansei de querer mostrar os erros dos “homens de preto” e suas teologias; pois de certa forma estou ficando muito “fanático” e acho que “tudo” está errado e a minha teologia está certa. Quero viver pelo Espírito que irá me conduzir a uma mais profunda compreensão de Deus, como João descreve:
“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá TUDO o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir” – João 16:13
CANSEI! Cansei de viver a “teologia da apologética”, que me faz olhar para tudo e todos como os hereges (que merecem o inferno); quero apenas ser levado ao arrependimento dos pecados que cometo quanto à segurança da graça de Deus e a certeza da minha eleição para aquilo que fui chamado: “Ir e fazer discípulos” – Mateus 28
CANSEI! Cansei de ser taxado como “crente, gospel, evangélico e derivados”, não quero mais ser chamado por esses pronomes. Quero apenas seguir O mestre, O bom pastor que é Jesus e que me chama sempre: “Venha a mim você que está cansado e sobrecarregado e Eu lhe darei descanso”. Quero descanso pra minh’alma sobrecarregada de julgo e fardos pesados da “religião protestante” que me faz ser “livre”, mas NÃO posso dizer NÃO porque a minha religião NÃO permite.
CANSEI! Cansei de viver como homem tolo e insensato. Não quero mais encontrar dentro de mim impulsos contraditórios, cansei de viver em conflitos e frustrações por viver no “corpo”. Quero “mortificar” meus hábitos, para então experimentar as vitórias contra o pecado, onde ao mesmo tempo em que não são expostas as tentações que não se possa resistir.
Quero ser digno de uma intimidade com Deus, de um relacionamento com o Pai; para que assim como está escrito em Coríntios, Deus se revele a mim:
“Mas Deus o revelou a nós por meio do Espírito. O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as coisas mais profundas de Deus. Pois, quem dentre os homens conhece as coisas do homem, a não ser o espírito do homem que nele está? Da mesma forma, ninguém conhece as coisas de Deus, a não ser o Espírito de Deus. Nós, porém, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito procedente de Deus, para que entendamos as coisas que Deus nos tem dado gratuitamente. Delas também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com palavras ensinadas pelo Espírito, interpretando verdades espirituais para os que são espirituais. Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente. Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois “quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo? ” Nós, porém, temos a mente de Cristo – 1ª Coríntios 2:10-16
Meu desejo é que possam encontrar em mim um discípulo de Cristo, e que minhas ações, pensamentos e fala reflitam a Cristo, aquele que morreu e venceu; aquele que é O alfa e O Omega, O início e O fim, O leão e O cordeiro. Que não vejam em mim a crítica, mas o AMOR DE DEUS. Que não encontrem em mim “mais” um “crente, gospel, evangélicos e derivados”, mas que encontrem em mim um discípulo de Jesus, e só.
Em Cristo

Grupo cristão pede que fabricante da Pepsi pare de usar células de abortos em suas pesquisas

ONG entrou com o pedido alegando desrespeito aos direitos humanos.

Children of God for Life [Filhos de Deus pró-vida], uma organização cristã sem fins lucrativos que defende o fim do aborto, fez um anúncio polêmico hoje. Eles entraram com uma resolução de acionistas pedindo que a PepsiCo pare de usar células de bebês abortados em suas pesquisas. A PepsiCo é uma das gigantes no ramo de alimentação, produzindo refrigerantes e diversos tipos de alimentos.

O pedido, protocolado junto à comissão de seguros e comércio dos EUA e também junto á empresa, visa impedir que células conhecidas como HEK-293 (vindas de rins humanos embrionários) sejam utilizados para desenvolver realçadores de sabor para alimentos.
O acionista da PepsiCo que entrou com o pedido questionou se o Conselho de Administração “adota uma política corporativa que reconhece os direitos humanos e segue padrões éticos que não envolvem o uso partes de seres humanos abortados em pesquisas privadas e nos projetos em desenvolvimento. ”

Em agosto de 2010, a PepsiCo firmou um contrato de quatro anos com a Senomy, empresa “fornecedora de ingredientes que desenvolve sabores inovadores de alimentos e bebidas”. O pedido é que a Senomyx desenvolvesse edulcorantes artificiais de alta potência para as bebidas da PepsiCo.

A empresa recebeu US$ 30 milhões para desenvolver e testar novos sabores. A utilização de células abortivas se deve ao fato de elas liberarem certas proteínas que produzem sinais químicos, quando os sabores são introduzidos.

Os sinais indicam aos pesquisadores uma correspondência exata do sabor.
“Há muitas opções no mercado que dispensam o uso de células de bebês abortados”, declarou Debi Vinnedge, presidente da Children of God for Life. Ele entende que poderiam usar células de inseto ou células de leveduras com resultados similares.

Declarou ainda que foram enviadas cartas a todos os membros do Conselho e Diretoria Executiva da PepsiCo, mas não obtiveram uma resposta. “Os acionistas têm o direito de saber a verdade sobre o que a PepsiCo está fazendo”, disse Vinnedge em um recente comunicado de imprensa. “Essa falta de consideração da PepsiCo para com a sensibilidade moral do público só tem feito a empresa perder o apoio de fundos de pensão e de investimentos.”

O grupo pró-vida afirma que procurou as duas empresas pedindo que parassem com experimentos que usam células de humanos, mas não obteve resposta.

A PepsiCo emitiu uma comunicação oficial para os consumidores, se defendendo: “Com relação às pesquisas da Senomyx, afirmamos que utilizamos técnicas que têm sido padrão durante várias décadas nas melhores universidades, hospitais e agências governamentais dos EUA. Trata-se da mesma prática de todas as empresas farmacêuticas e de biotecnologia do mundo. No entanto, há distorções sobre o que estamos fazendo e questionamentos infundados sobre nossos motivos e das outras empresas”.

A Children of God for Life propôs um boicote a PepsiCo e teve o apoio de mais de 20 outras organizações pró-vida. Bradley Mattes, diretor executivo do Instituto Vida, que se juntou ao boicote, declarou: “a Pepsi decidiu continuar com isso, então acredito que todo consumidor preocupado com a santidade da vida humana deve boicotar essa empresa”
Link de qualidade  com informações do The Christian Post via Gospel Prime

sábado, 19 de novembro de 2011

Não fique esperando o amor cair do céu

Para muitos a idéia do amor encantado ainda rege suas vidas afetivas. Esperam que sem qualquer esforço aquele par ideal surja e que sejam como dizem, felizes para sempre. A idéia de amor romântico funciona por um breve período da vida, na adolescência, quando a combinação de sonhos, fantasias, ingenuidade e inexperiência levam a essa crença. É a fase do primeiro amor, das primeiras experiências de interesse por alguém, um ensaio juvenil que os prepara para a vida amorosa adulta.

Ocorre que inúmeros adultos, homens e mulheres, possivelmente mais as mulheres pelo que vemos em depoimentos e testemunhos, cristalizam e paralisam suas vidas sem que consigam sair desse sonho, e assumem uma atitude passiva na vida, quando não queixosa. Vivem à espera daquele que as salvará da vida desinteressante que possuem e enquanto esperam, sonham.

Algumas sonham tanto que se tornam cegas às muitas oportunidades que atravessam sua frente. Isso se passa porque acreditam que por esse tipo de amor simplesmente basta esperar, não precisam fazer nada, não precisam ter uma participação ativa e não precisam se colocar presentes no mundo.

São muitos os e-mails escritos que traduzem esse tipo de comportamento sem que, entretanto, seus autores percebam sua tendência em agir dessa forma na busca por uma relação. Queixam-se dos pretendentes, e de si mesmas, dos amigos ao redor, da vida no geral e pouco ou nunca percebem que algumas mudanças em suas atitudes as levariam de encontro ao amor que esperam.

De certa forma são aqueles adultos que não amadureceram afetivamente e projetam sua dificuldade nas falhas do mundo, em vez de perceberem onde erram e no que podem mudar. A relação com o mundo também é uma via de mão dupla, não se pode ser totalmente passivo, é necessário perceber a combinação de forças e é preciso conhecer a sua.

Como crianças que esperam que seus pais os digam o caminho a ser seguido ou até que os oriente na melhor escolha, assim são muitos adultos com relação ao amor; esperam que uma ferramenta faça todo o trabalho e selecione em meio a milhares aquele que será o seu grande amor. Muitos se enganam acreditando que basta preencher campos de interesse para que como uma mágica um perfeito pretendente entre em sua vida.

Transformar uma experiência, em algo promissor, dependerá acima de tudo, da atitude de cada um, da capacidade em aliar as chances que a ferramenta oferece, com seu próprio potencial. O grande amor não é aquele do mundo das fantasias, nem aquele que cai no seu colo, é aquele que acontece no mundo real, com pessoas e sentimentos reais participando ativamente dessa construção.
“Confia no Senhor e faze o bem; assim habitarás na terra, e te alimentarás em segurança. Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu direito como o meio-dia. Descansa no Senhor, e espera nele; não te enfades por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa maus desígnios”. Salmo, 37:3-7.
Por Dra. Juliana Amaral - Psicóloga

sábado, 12 de novembro de 2011

Especialistas destacam que estimular a fé em crianças é importante para o crescimento saudável

A sociedade moderna tem se afastado cada vez mais da religião, fazendo com que o tema ganhe menos espaço nas famílias que hoje não seguem nenhuma fé ou mesclam várias teorias dentro de uma mesma casa. O distanciamento e o sincretismo estão refletindo entre as crianças que cada vez estão distantes da fé.
O que muitos pais se esquecem é que a religião ajuda as crianças a assimilarem questionamentos importantes para vida. E não é só isso, segundo filósofos e professores de teologia, o ensino religioso faz com que a crianças tenham auto-estima e esperança.
De acordo com dados da reportagem na revista Cláudia (edição nº11 ano 50) os hábitos religiosos que eram passados de pais para filhos não são levados a diante já que ter uma religião não tem o mesmo significado de respeito como acontecia no passado.
O teólogo e coordenador da Escola Superior de Teologia da Universidade Mackenzie, em São Paulo, Rodrigo F. de Sousa, diz que hoje não existe a expectativa de ter uma religião para ser respeitado pela sociedade, fato esse “que liberta as pessoas para buscar uma filiação por interesse e convicção, e não simplesmente por convenção social”.
Mas por outro lado essa liberdade tem deixado de lado um importante ensinamento no livro de Provérbios que diz: “Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” (Prov. 22:06).
Pesquisas mostram que os jovens entendem que podem crescer espiritualmente sem ter religião, fato demonstrado por um estudo feito nos Estados Unidos onde foram entrevistados 3.290 jovens, de 13 a 17 anos; 75% dizem que não precisam ter religião para crescerem espiritualmente.
No Brasil não há pesquisas, mas o filósofo e professor do departamento de Teologia e Ciências da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o doutor Mario Sergio Cortella, revela a problemática: “O pai é ateu, a mãe é espírita, os avós são evangélicos e os netos serão o que quiserem”.
Cortella afiram a reportagem da revista Cláudia que é indispensável criar os filhos com noções de espiritualidade. “É importante, sim. Ela nos dá a sensação de pertencermos a algo maior, ao magnífico mistério da humanidade que não se restringe à matéria, ao concreto”, diz.
O filósofo também menciona os benefícios desse ensinamento. “Isso traz auto-estima para a criança, faz com que se sinta elevada, incentivando-a a reverenciar a vida – a dela e a dos outros -, os valores humanos e a beleza da natureza. Também traz noções de esperança, que combatem o desespero”.
Dora Incontri, pós-graduada em educação pela Universidade de São Paulo e organizadora do livro Educação e Espiritualidade – Interfaces e Perspectivas (Ed. Comenius) também opinou sobre o tema dizendo que a religião “confere sentido à existência, auxilia no equilíbrio interno e traz apoio diante do sofrimento e da morte”.
Fonte: Gospelprime