segunda-feira, 10 de junho de 2013

Marco Feliciano é o ‘poder evangélico que assusta o Brasil’, diz AFP

A agência internacional de notícias AFP, descreveu o deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano como o ‘o poder evangélico que assusta o Brasil’, em um artigo publicado pelo portal Terra, que ilustra o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, como alguém determinado em defender suas posições.
O pastor disse a reportagem que os ativistas gay ao tentarem transformá-lo como o ‘inimigo número um do Brasil,… Eles acabaram fazendo de mim uma celebridade,  o herói da família brasileira pela minha luta contra um só setor, a militância gay’, disse o parlamentar…
Leia abaixo a reportagem a AFP sobre Marco Feliciano na íntegra
Marco Feliciano sabe que é o deputado evangélico mais odiado pelos homossexuais no Brasil, e que estes não são os únicos a temer sua ascensão política.
Ele é capaz de reunir uma multidão num templo e levá-la ao êxtase quando diz que um presidente evangélico pentecostal governará um dia o país com maior número de católicos do mundo.
É domingo e Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, desce de um carro escuro para tirar fotos com uma criança negra, que o esperava há horas, e entra em uma igreja da Assembleia de Deus em Goiânia, 200 km ao sul de Brasília.
Antes de entrar no prédio, onde centenas de fiéis o aguardam — a maior parte mulheres — Feliciano sorri e diz que é um “sobrevivente”.
Desde que foi eleito para ocupar a presidência da CDHM em 7 de março, e se tornou o político mais repudiado por ativistas gays, o pastor se descreve como sobrevivente de uma campanha que, segundo ele, tentou, em vão, estigmatizá-lo como “inimigo número um do Brasil”.
“Eles acabaram fazendo de mim uma celebridade, o herói da família brasileira pela minha luta contra um só setor, a militância gay”, disse Feliciano à AFP.
Aos 40 anos, ele deixou de ser conhecido apenas pelos fiéis que o ouvem pregar e cantar, e que agora gritam “aleluia!” quando pedem que Feliciano mostre “o poder que assusta o Brasil”. Em seus cultos ou no parlamento, não há distinção entre o pastor e o político.
Há cinco anos Feliciano fundou sua própria igreja dentro da Assembleia de Deus, a Catedral do Avivamento, e em 2010 foi eleito deputado do estado de São Paulo pelo Partido Social Cristão (PSC), com a maior votação entre os 73 membros da poderosa bancada parlamentar evangélica.
Mas antes de ser reconhecido por seus feitos eleitorais ou religiosos, Feliciano é temido pelo que diz à frente da CDHM.
Diariamente circulam declarações do deputado-pastor sobre o casamento e a adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo, a legalização da maconha, ou sobre a suposta maldição bíblica que assola os africanos ou a existência de uma “ditadura gay”.
Os ativistas gays “querem impor seu estilo de vida a mim, lutam contra minha liberdade de expressão. Me acusam de intolerante, mas já recebi ameaças de morte’, conta.
Feliciano defende sem pudores o credo evangélico conservador que representa 22,2% da população brasileira (42,3 milhões de pessoas), segundo o censo de 2010.
Na última década a Igreja Católica perdeu milhões de fiéis no Brasil frente ao avanço dos evangélicos, que aumentam sua força política graças, em parte, à propriedade de veículos de comunicação e a uma extensa rede de templos. Os católicos são 64,6% da população de mais de 190 milhões de habitantes, segundo o censo. Nos anos 1970, 91,8% da população se declarava católica.
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Para seus críticos, Feliciano, longe de ser tolerante, é racista e homofóbico, e deveria renunciar.
“Esta comissão não representa hoje os movimentos minoritários nem os direitos humanos, é uma comissão de conservadores e religiosos fundamentalistas”, disse à AFP Evaldo Amorim, da Associação brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
Os protestos contra Feliciano também viraram rotina. Em um dia são dezenas de jovens dentro do Congresso pedindo sua saída, no outro, são casais homossexuais beijando-se na presença do deputado.
No ápice da polêmica em torno de sua nomeação para a CDHM, Feliciano chorou em seu gabinete. A pressão era muito grande, os políticos não lhe deram apoio, seu nome circulava em todas as redes sociais e seu local de trabalho recebia telefonemas de pessoas perguntando se era de um “sex shop”, lembram seus assessores.
Quando a AFP o entrevistou pela primeira vez, Feliciano estava sereno apesar da notícia, horas antes, de que a justiça havia autorizado o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Semanas antes, ele havia recebido o respaldo político para continuar no cargo, e sua pregação reuniu milhares de pessoas em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, onde ganhou força o grito de “Feliciano me representa!”, clara resposta aos manifestantes que dizem o contrário. O deputador-pastor voltou a chorar, desta vez, de emoção.
“As manifestações contra mim, 40 desde o dia 7 de março, não juntaram 5.000 pessoas. Você viu algum pai de família? Só em um culto eu consigo reunir 100.000″, disse.
Sem perder a compostura nem as maneiras suaves, ele responde às acusações.
Racista? “Minha mãe é negra, meu padrasto é negro. O que escrevi foi que os negros eram descendentes de um filho de noé que foi amaldiçoado. Não disse que o negro é maldito. Além disso, toda maldição foi eliminada pela cruz de Cristo. Já não há mais maldição”, responde.
Feliciano, de pele branca e estatura média, alisa o cabelo e depila as sobrancelhas. É homofóbico? “Jamais, no Brasil ser homofóbico é crime. Não tenho preconceito contra negros nem contra homossexuais”, revela.
“O que eu repudio é o ato homossexual”, explica. Ele esclarece a diferença entre ambos: “homossexual é a pessoa que tem uma orientação diferente da minha, mas que não interfere na minha vida. O ato homossexual ocorre quanto este homossexual toca, beija seu companheiro na minha frente. O que eles fazem entre quatro paredes não me interessa”.
Feliciano gosta dos filmes de Wagner Moura e da música de Caetano Veloso, dois de seus críticos mais ferrenhos. Ele responde aos ativistas dizendo que também tem amigos gays.
Feliciano foi católico até os 13 anos de idade, e até trabalhou como coroinha. Ele se converteu ao protestantismo pentecostal depois de usar drogas.
Em 2004, sendo já um famoso pastor, palestrante e bem-sucedido empresário, preferiu não entrar para a política, mas depois se lançou ao Congresso para lutar conta um projeto de lei que penaliza com mais rigor a homofobia, porque, segundo ele, poderia levar ao cárcere pastores que citem em público passagens da Bíblia que condenam a homossexualidade.
Hoje Feliciano é um político ‘full time’. Quando a AFP o encontrou em Goiânia, em meio a seus fiéis, ele pediu que os evangélicos se mobilizem em prol da família.
Foram quase três horas de uma pregação em que muitos choraram, gritaram e pularam sem se reprimir, e que culminou quando Feliciano, Bíblia em mãos, disse que um presidente evangélico, “na paz de Jesus Cristo”, chegará ao poder no Brasil.
“Tenho a intenção de crescer politicamente”, admitiu o pastor quando perguntado se seria ele mesmo o protagonista de sua profecia. Ele revelou, inclusive, o que poderia vir a ser seu próximo slogan de campanha.

“Meu nome é Feliciano, sou candidato ao Senado. Você me conhece. Eu luto pela família, quero defender seus filhos e netos. Se você é a favor do aborto, não vote em mim, pois eu sou pela família”.
Fonte: portal padom

domingo, 9 de junho de 2013

Fim da Banda Calypso: Joelma anuncia que quer se dedicar à música gospel

Desabafo de Joelma sobre vontade de se dedicar à música gospel movimentou as redes sociais na madrugada de domingo - 2014 deve ser o último ano da Banda Calypso

Uma declaração da cantora Joelma sobre sua vontade de se dedicar à música gospel gerou comoção nos fãs da Banda Calyspo na madrugada deste domingo, 9. Ela disse durante apresentação no São João da Capitá, festa junina de Recife, que quer entregar sua carreira 'à obra de Deus'.

A cantora Natália Sarraff, filha mais velha de Joelma, usou o Facebook para demostrar seu apoio à mãe. "Tudo que é bom dura pouco? Pelo contrário, tudo que é bom dura para sempre, pois tudo que e de Deus dura para sempre. Feliz por sua decisão, minha mãe. Eu te apoio, pois te conheço e sei o que se passa em seu coração, e sei que agora você está feliz de verdade. Te amo", publicou.

Diante das lamentações de muitos fãs, ela continuou: "Só acho assim: ninguém morreu, pelo contrário, acaba de nascer uma nova vida, a vida que Deus escreveu muito antes do nascimento. Então vamos parar de falar bobagens e agradecer a Deus! Pois tudo nessa vida só acontece se Ele permitir, e tudo é para Sua glória. Só sei dizer que estou feliz, feliz por saber que a pessoa que mais amo está feliz".
Joelma, que é evangélica e casada com Chimbinha, já havia declarado sua vontade de gravar um CD totalmente com música gospel. Nos álbuns da Banda Calypso, aliás, já tem sempre uma faixa dedicada a Deus. Ao que tudo indica, 2014 será o último ano de existência da banda. 

O empresário do Calypso, Fábio Macedo, declarou ao G1 de Pernambuco que por conta de compromissos já assumidos, Joelma deve se dedicar à nova carreira somente em 2015. Até o momento a assessoria da banda não se pronunciou sobre o fim da Banda Calypso, que terá sua trajetória contada em um filme e prepara CD em espanhol

Fonte: caras.uol.com.br

domingo, 2 de junho de 2013

Casamento implica em mudanças radicais

Pr. Lúcio e Ivane Freire - 33 anos de feliz união.
O problema do casamento são as diferenças de expectativas: a mulher acha que o homem vai mudar após o casamento, enquanto que o homem acha que a mulher não vai mudar após o casamento. Anônimo
Estamos trabalhando duro para escrever uma história à prova de divórcio. É o objetivo de todos nós. Para isso, é preciso compreender as dinâmicas de envolvem a união entre um homem e uma mulher. A vida a dois é diferente da vida de solteiro. Quem demora em compreender isto, demora a fazer os ajustes necessários e enfrenta problemas que poderiam ser facilmente evitados.
As mudanças radicais movidas pelo casamento exigem humildade e serenidade para que o período de transição seja frutífero e prazeroso. Quem não está disposto a se submeter de modo suficientemente humilde para aceitar essas mudanças não deve se arriscar a um casamento.
De maneira ampla, quero listar e tecer uns breves comentários sobre quais são as principais mudanças que todo casal deve enfrentar.
Primeira mudança: Deixar o útero do lar dos pais para nascer como marido e esposa em um novo lar.
Toda separação, seja quel for sua natureza, implica dor. A separação envolve o rompimento de laços afetivos intensos, confortos e carinhos agradáveis, a perda da proteção e a consequente superexposição repentina. Estou sendo econômico nas implicações, mas isso tudo está implícito no processo de constituição de um novo lar. O “deixar” o útero do lar dos pais exige paciência, compreensão, uma disposição vigorosa. Do contrário, será um parto abortivo: a pessoa nem deixa a casa dos pais nem nasce como marido ou esposa no outro lar.
“Deixar” implica, portanto, dor − tanto para quem sai, como para os que ficam. No entanto, é necessário haver essa mudança. E aqui eu invoco, novamente, as palavras de Jesus que sustentam a minha afirmação sobre essa primeira mudança:
Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne. (Mateus 19.5)
Esse “deixar o útero do lar” é traumático, repito, pois uma vez que o novo pacto é indissolúvel aos olhos de Deus, não devemos esperar retorno. Aliás, a bem da verdade, é uma grande distorção da realidade imaginar que, casando-se, alguém perderá a família de origem. Não estou me contradizendo. Explico.
Há moças e rapazes que temem não poderem mais usufruir as regalias da casa dos pais. No entanto, é preciso separar bem as coisas. Quando nos casamos, nossos pais não se tornam nossos inimigos. Nossos principais laços relacionais estavam tecidos com a casa paterna, porém, uma vez casados, fazemos um novo nó.
Quando falo nestes laços principais, penso naquilo que diz respeito à responsabilidade, maturidade e inclinação do novo casal. Eles não devem contar com a intromissão dos pais na solução dos seus problemas: rompem com a família no sentido de que, de agora em diante, é nova vida, novo lar. No entanto, o carinho, o afeto, a atenção de seus pais estarão sempre à disposição. Apenas peço atenção a que saibamos separar as coisas.
Para ter um exemplo de como isso é verdadeiro, veja as mães já maduras. Quando suas filhas se casam, elas dizem que “ganharam um novo filho”, ou as mães dos rapazes costumam dizer que “ganharam uma nova filha”. Por quê? Porque elas sabem que a responsabilidade, a maturidade frente aos problemas, o planejamento e tudo o mais agora depende do novo casal, mas nem por isso elas deixam de ser mães!
Um conselho, portanto, para os novos casais: saibam separar as coisas sem separar as pessoas.
Segunda mudança: Assumir a família do outro como parte da nova história que escreverão.
Penso que todo marido deveria dizer para a futura esposa algo assim:
A tua família será a minha família. Os teus irmãos serão os meus irmãos. Os teus pais serão os meus pais.
Esta frase eu parafraseei da resposta de Rute para Noemi (Rute 1.16). Penso que não pode ser diferente na nossa experiência. O casamento necessariamente aproxima duas famílias inteiras, com tudo o que elas têm a acrescentar (quer coisas boas, quer coisas ruins!). Casou? Leve o pacote todo.
E por que eu penso assim? Porque não existe “ex-mãe”, não existe “ex-pai”, não existe “ex-irmão”. Uma vez pai, mãe ou irmão, para sempre pai, mãe ou irmão. Como disse na Primeira Mudança, separamos as coisas, as responsabilidades, os deveres e obrigações, mas não podemos “desfiliar” uma moça de suas origens nem podemos “desfiliar” um rapaz de seus familiares.
Por isso digo que “Casou? Leva o cunhado, leva a cunhada, leva a sogra, leva o sogro”.
Por mais que se saiba (e deva) separar determinados aspectos, como estou insistindo, sempre haverá o relacionamento familiar presente. Não podemos ser indiferentes às demandas do nosso cônjuge. Imagine se a sua sogra adoecer e o seu cônjuge, naturalmente, entristecer-se e preocupar-se. Não faz sentido você tomar atitudes que demonstrem total falta de sensibilidade. É preciso ocupar-se do caso, oferecer ajuda, dispor-se a participar.
Tenho defendido a sogra e elaborei uma frase para ilustrar isso. Tome nota e reflita sobre ela:
Quem não sabe honrar a sogra cospe no útero que gerou o amor da sua vida.
Dizer para o nosso cônjuge que nós o amamos, mas não queremos os pais dele ou dela por perto, é uma estupidez sem tamanho. Se a minha esposa disser para mim “Meu bem, eu te amo. Mas não suporto sua mãe e não a quero por perto; se ela morrer, não fará falta”, devo imaginar que ela não me ama, porque quem ama, trata com dignidade e respeito as pessoas que são importantes para a pessoa amada.
Deixo uma reflexão para você: um dia você será sogro ou sogra. E como a lei bíblica da semeadura não falha, o que você plantar hoje será colhido por você amanhã. Fica, então, a dica: ame os parentes do grande amor da sua vida e escreva uma verdadeira história de amor!
Terceira mudança: O casamento implica dividir a vida com a pessoa amada.
O nosso terceiro ponto é uma mudança da qual não gostamos, pois por natureza somos egoístas. Temos um pouquinho de narcisismo. Essa terceira mudança incomoda porque o casamento nos impõe dividir a nossa vidazinha particular e exclusiva com outra pessoa, e respeitar as suas diferenças. Temos que dividir a cama. Temos que dividir o quarto. Temos que dividir o banheiro. Temos que dividir o dinheiro. Temos que dividir a mesa. Temos que dividir o tempo.
O casamento implica dividir a vida com outro. Parece um paradoxo: eu deixo pai e mãe para unir-me à pessoa amada e, em seguida, devo dividir as coisas! Não deveria somar? Não, a união divide!
O casamento muda até mesmo a utilização dos pronomes. Casou? Agora não existe mais o pronome possessivo singular “meu”: é usado o coletivo “nosso”.
Já não cabe mais dizer “meu carro”; agora é “nosso carro”.
Já não cabe mais dizer “meu dinheiro”; agora é “nosso dinheiro”.
Já não cabe mais dizer “minha casa”; agora é a “nossa casa”.
Já não cabe mais dizer é o “teu filho”; agora é “nosso filho”.
São “nossas batalhas”, “nossas tristezas”, “nossas alegrias”.
Viu como muda?
Não resista a abrir-se para essa realidade sobre o pacto de casamento. A felicidade na vida a dois depende diretamente da rapidez e da forma de assimilação dessa mudança. Independentemente de quem será seu companheiro ou companheira, terá que aprender a dividir tudo. Essa mudança está presente em todas as uniões e aqueles que encontram dificuldades para admiti-la retardam diversas outras bênçãos, alegrias e o próprio amadurecimento que ela proporciona.
Ajuste-se ao seu cônjuge o quanto antes e aprenda a dividir a carga, o dia a dia, os projetos. Sim! Pois não se divide apenas o que é ruim – as coisas boas estão inclusas e você terá com quem dividir as suas alegrias e vitórias também.
O casamento traz novos componentes: o dever e a responsabilidade. Casar é deixar a independência ou dependência e assumir a interdependência.
Quarta mudança: Devo viver para fazer o outro feliz.
Das muitas mudanças promovidas pelo casamento, esta talvez seja a mais empolgante. O casamento é uma missão, e essa missão é viver para fazer o outro feliz.
Parte do seu projeto de vida, agora, é esforçar-se para que a felicidade seja uma realidade plena na vida de outra pessoa. Isso tem implicações? Sim, implica renúncia da sua parte, implica abrir mão, ceder. E como você pode notar, relaciona-se com as mudanças anteriores. Perceba que é uma cadeia de acontecimentos, de modo que queimar ou pular etapas pode comprometer todo o projeto.
Siga, portanto, as mudanças e as mudanças farão com que os bons resultados sigam você e seu lar.
Vejamos na Bíblia uma base para esta afirmação. Leia o que está em Deuteronômio 24.6:
O homem recém-casado não sairá à guerra. Por um ano ficará livre em sua casa, promovendo felicidade a mulher que tomou.
Memorize isso: “Casar é abraçar a missão de fazer o outro feliz”. O amor real tem essa característica de que poucas pessoas se dão conta: à medida que cuidamos em fazer o próximo feliz, nós é que somos recompensados. Quando estou empenhado em tornar feliz a vida da pessoa amada, esse amor semeado é colhido também por mim.
Quem não vive para fazer o cônjuge feliz, nunca será feliz.
Se você não viver para fazer seu marido feliz ou sua esposa feliz, você nunca saberá o que é felicidade. Isso porque parte do projeto matrimonial previsto por Deus para você não está sendo considerado nem buscado e, consequentemente, não está sendo realizado. Deus quer casais e famílias felizes e por isso incumbiu-nos de cuidar da felicidade uns dos outros. Veja como Paulo explica isso:
O homem que não é casado preocupa-se com as coisas do Senhor, em como agradar ao Senhor. Mas o homem casado preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar sua mulher [...] Tanto a mulher não casada como a virgem preocupam-se com as coisas do Senhor, para serem santas no corpo e no espírito. Mas a casada preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar seu marido. Estou dizendo isso para o próprio bem de vocês [...]. (1Corintios 7.32-35)
Se um irmão disser para mim: “Eu sou feliz” – mas deixou a esposa chorando, com o coração ressentido por causa da sua indiferença – essa felicidade não é segundo Deus. Devo presumir que tal felicidade é segundo o Diabo, pois só é possível ser feliz de fato quando se faz o outro feliz.
Viver a vida é viver para fazer o outro feliz.
Quinta mudança: Sair da independência para a interdependência.
Quando toco neste ponto vem à minha mente uma chave para entendê-lo em poucas palavras: prestação de contas.
Este é outro ponto no qual tenho insistindo, do mesmo modo como venho “promovendo” a sogra. E faço questão de insistir, pois a repetição gera o hábito e ajuda a fixar aquilo que não está bem fixado em nossa mente e em nosso coração.
Prestar contas é levantar um muro de proteção em torno do coração, da mente, da vida.
O casamento em que não se cultiva o hábito de prestar contas fica vulnerável. E essa vulnerabilidade ocorre diante daquele que é o nosso principal adversário: o Diabo.
Maridos devem prestar contas à esposa. Esposas devem prestar contas ao marido. O casamento implica prestação de contas e penso que todo aquele que se dispõe a unir-se em casamento precisa, irremediavelmente, refletir sobre esta questão, pois ela é fundamental na consolidação de uma união do tipo “uma só carne”.
Ignorar a interdependência é a mesma coisa que não se unir em uma só carne com seu cônjuge e ataca frontalmente o princípio divino para o casamento. Decorre daí que não é possível esperar bons frutos, nem longevidade, nem felicidade, nem bênçãos, pois o Senhor não abençoa nem faz prosperar uma união na qual não há união! Pode soar estranha essa última afirmação, mas a falta de interdependência é o diagnóstico da ausência de união e unidade.
Casais que não praticam a interdependência não se uniram ainda. Em outras palavras, ainda não desfrutam o que chamamos de casamento. Podem ter feito uma bela cerimônia, podem ter gasto dinheiro com uma festa requintada, podem ter feito a viagem dos sonhos, podem ter gasto uma fortuna na montagem e decoração de uma casa ou apartamento, mas não uniram o principal: a sua alma, a sua devoção pela pessoa amada. Eles não se deram por inteiro, pois ainda guardam reservas particulares, escondem nos recônditos do seu coração suas fantasias, nutrem um desejo pelo privado e todas essas coisas são nocivas à saúde de um lar.
Essas são algumas das mudanças pontuais que devem ocorrer em um pacto, mudanças que preparam o ambiente no lar para a composição de uma boa história de amor que valha a pena ser contada aos quatro cantos.

Pr. Josué Gonçalves é terapeuta familiar, pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça - Assembleias de Deus em Bragança Paulista – SP, bacharel em teologia, com especialização em aconselhamento pastoral e terapia de casais, exerce um ministério específico com famílias desde 1990.

Por que Jesus disse que esse Reino já estava entre nós se ainda não fomos para o céu?

Pr. Silas Malafaia
Resumidamente, podemos afirmar que um reino é constituído de um rei, seus representantes (conselheiros, embaixadores, governadores) e súditos (o povo), que vivem num território sob uma constituição, um conjunto de leis que regem todos os aspectos da vida nacional dos cidadãos.

O tipo de governo que caracteriza o reino é o monárquico, em que o líder máximo, o rei, detém poderes ilimitados sobre o Estado, tendo autonomia para, inclusive, ditar as leis que regerão a nação por ele comandada. Em outras palavras, a monarquia absolutista confere poderes ao rei sobre todos os demais poderes constituídos — o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, podendo ele governar por decretos, promulgar leis e impor punições.

Por que é importante falar sobre essa forma de governo humano?
Porque, do ponto de vista espiritual, aqueles que estão em Cristo fazem parte do Reino de Deus — cujo monarca absoluto, com direitos primordiais e soberanos, é Deus —, estando sujeitos às Suas leis e à Sua vontade e devendo submeter-se a elas de forma plena, a ¬ m de que não haja usurpações por parte de alguns e todos os danos inerentes.

É bom ressaltar que, apesar de haver hierarquias, com delegações de poderes e funções, o Reino de Deus nunca mudou e jamais mudará. Seu Soberano sempre foi e sempre será Deus, o Criador do mundo e de tudo que nele há; o Rei eterno e imortal, onipotente, onisciente e onipresente, que rege tudo e todos de forma justa, misericordiosa, benevolente e perfeita.

Então, quais são as marcas desse Reino? Vamos atentar para o que é dito sobre isso na própria Bíblia: O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo (Salmo 103.19). Deus reina sobre as nações; Deus se assenta sobre o trono da sua santidade (Salmo 47.8). O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de eqüidade (Salmo 45.6). Veja também o Salmo 89.14 e Romanos 14.17.

Nesses versículos, distinguimos pelo menos três características do Reino de Deus (confirmadas por outros textos bíblicos):
1) está acima de todos os outros reinos;
2) é perpétuo, imutável e eterno como o próprio Deus;
3) é um governo marcado pela santidade, equidade, misericórdia e verdade de seu Soberano; um governo que promove a justiça, a paz e o bem-estar de todos os que fazem parte dele, resultando em alegria e contentamento.

Há outra importante característica do Reino de Deus que pode ser apreendida desse último texto citado: esse reino é essencialmente espiritual; é estabelecido primeiro dentro de cada um que faz parte dele, em seus pensamentos, sentimentos e na sua vontade, estendendo-se a todas as demais esferas da vida, refletindo na maneira de ser e de agir de cada um, em conformidade com os princípios do Reino. Por isso, ao pregar o evangelho, curar enfermos e libertar pessoas cativas por espíritos demoníacos, Jesus dizia que o Reino de amor, justiça, verdade, santidade de Deus havia chegado àquelas pessoas contempladas com o milagre (Lucas 11.20).
O que é necessário fazer para pertencer ao Reino de Deus?
É preciso reconhecer o Criador como soberano Rei e Salvador, firmar-se na casa do Senhor, prosseguir em conhecê-lo, obedecer à Sua Palavra, não dar brechas nem legalidade ao diabo para agir na sua vida ou por intermédio de você, ser um instrumento de Deus e comportar-se como um verdadeiro embaixador do Reino dos céus, um representante de Cristo na terra.

Pr. Silas Malafaia

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Unidade no Espírito...

João 16.13-14 fala do Espírito da verdade. Há nessa passagem alguma referência à unidade espiritual dos crentes?
No sermão de despedida de nosso Senhor encontramos em João 14.18 uma declaração muito comovente, em que Ele comunica a Seus discípulos: “Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós outros”. O Senhor Jesus fala de três coisas:
De Sua morte próxima (indiretamente).
Sobre Sua ressurreição; Ele voltará. Sobre o envio do Espírito Santo, por meio de quem Ele estaria para sempre com Seus discípulos.
É tocante ver o Senhor preocupando-se com Seus discípulos e encorajando-os, ao descrever a grande bênção do envio do Espírito Santo, o Consolador: “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei” (Jo 16.7). Nos versículos 8-15 o Senhor fala ainda mais sobre o Espírito Santo. Os versículos 13-14 merecem ser analisados da perspectiva de “unidade promovida pelo Espírito”: “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.13-14). É claro que esse texto não fala diretamente de unidade. Ele fala do ministério especial e da ação do Espírito Santo que tem, sim, muito a ver com unidade espiritual.

União que vem de baixo
Hoje já existe uma “união”, não produzida pelo Espírito. É uma “unidade promovida por espíritos”, que vem de baixo. Essa chamada unidade segue sobre dois trilhos: por um lado, é a globalização política mundial e, por outro, a união religiosa, conhecida há muitos anos como “movimento ecumênico”. As terríveis maquinações, justamente por essa globalização religiosa, são bem conhecidas. A globalização política se propõe a formar a união secular; o ecumenismo, a união “cristã”. Mas os dois movimentos se originam da mesma fonte: vêm de baixo e são obra do grande inimigo de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Globalização política significa a soma de esforços do mundo inteiro, que cria cada vez mais instâncias impelindo o mundo à sua unificação. E o ecumenismo nada mais é do que uma aliança religiosa mundial que pretende ser uma “plataforma comum” a cristãos de todas as variantes. Mas filhos de Deus que são fiéis à Bíblia sabem que tanto uma como a outra iniciativa de união global acabará por servir a apenas um senhor, que será o Anticristo. É ele que um dia dominará o mundo todo. Ele ainda não chegou. O homem forte ainda não está entre nós, mas sua rede fatal já está sendo diligentemente tecida há anos – tanto em seu formato religioso quanto na sua configuração política. Afinal, tudo deve estar preparado quando ele vier a público.

O homem forte ainda não está entre nós, mas sua rede fatal já está sendo diligentemente tecida há anos – tanto em seu formato religioso quanto na sua configuração política.

No livro de Provérbios encontramos uma declaração interessante justamente sobre união e soma de forças. O texto fala de pessoas que tentam prender outros a si e a seus planos, dizendo: “acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa” (Pv 1.13-14). Na Bíblia Viva lemos: “Conseguiremos riquezas de toda espécie e ficaremos ricos de verdade! Venha fazer parte de nosso bando; tudo que ganharmos será dividido igualmente” (Pv 1.13-14). Percebe-se nitidamente a busca de união, que culmina na declaração: “tudo que ganharmos será dividido igualmente”. É justamente aí que a Bíblia nos alerta com veemência a não tomarmos parte nesse tipo de fraternidade: “Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os teus pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue” (Pv 1.15-16). Essas palavras certamente representam uma advertência muito enfática a nos mantermos afastados da união tão buscada atualmente – tanto política como religiosa. Os esforços por unificação política não nos afetam realmente, mas tanto mais os esforços na área religiosa-espiritual. Esses impulsos ruinosos já existem há décadas com suas tentativas de infiltração na Igreja de Jesus. Queridos amigos, diante desse desenvolvimento funesto precisamos marcar presença e nos posicionar firmemente contra essa falsa doutrina.

Unidade bíblica
Primeiramente, precisa ficar estabelecido que a Bíblia nunca, jamais, fala de paz e união a qualquer preço. É fatal fazer tudo, estar disposto às maiores concessões, pagar qualquer preço – apenas para que haja uma união duvidosa. Na Bíblia não encontramos união a qualquer preço, mas encontramos Cristo a qualquer preço! União verdadeira é uma Pessoa: Jesus Cristo.
Por mais simples que pareça, é fato que a Igreja de Jesus tem, na Pessoa de seu Senhor e Salvador Jesus Cristo, todos os pré-requisitos para ser uma unidade genuína. A unidade real está personificada em Jesus. Mas não só isso: ela está fundamentada na comunhão com o Pai e o Filho. Basta pensar na oração sacerdotal, onde nosso Senhor fez declarações tão grandiosas como: “eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim” (Jo 17.23). Ou pensemos em Colossenses 3.3, onde Paulo escreve: “porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus”.
“Oculta juntamente com Cristo, em Deus.” Essas palavras descrevem expressivamente o fundamento da unidade cristã! É essa unidade que nos mantém juntos e ligados. Pois todos nós, que somos filhos de Deus, podemos testemunhar juntamente com Paulo: “...já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2.20). Se Jesus personifica a união, então tem imenso significado o fato de Ele viver em nós. Fundamentalmente, Ele habita em cada crente. Mas, apesar disso, Jesus pode estar fora da porta de muitos corações de filhos de Deus. Em Apocalipse 3.20 o Senhor teve de dizer à igreja cristã de Laodicéia: “Eis que estou à porta e bato”. Naquela época, a igreja havia se contaminado pelo pecado. Por isso, Jesus não se encontrava mais em seu meio, mas fora da porta.
Se nos contaminarmos por um pecado qualquer e não o levarmos imediatamente à cruz para recebermos perdão, nossa comunhão com o Salvador fica interrompida. Quando isso está acontecendo, obviamente é um despropósito falar de unidade e união. Portanto, a cada novo dia, esteja preocupado em poder exclamar juntamente com Paulo: “já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim!” (Gl 2.20).
Isto é unidade verdadeira: Cristo em mim! Cristo está em mim e em todos os meus irmãos – isso é unidade vivida na prática. Que atmosfera de força e de alegria pode existir dentro da Igreja de Jesus se os filhos de Deus se preocuparem em estar, de fato, cheios de Cristo e plenos do Seu poder! Pois nEle temos recebido, todos nós, a base real para formarmos uma unidade.
Essa morada interior do Único Salvador em todos os crentes tem uma conseqüência grandiosa, descrita em Colossenses 3.9-10: “...vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Portanto, a unidade na Igreja é possível porque cada um que vem se juntar a ela revestiu-se do caráter de Cristo, revestiu-se de Jesus. Cristo vive nele e também em cada um dos outros. Todos nós fomos renovados segundo a imagem de nosso Salvador. O maravilhoso nesse processo é que, com base nessa unidade, um dia será possível o arrebatamento da Igreja plenamente unida!

Unidade promovida pelo Espírito

“Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.13-14). Esse texto obviamente nos diz muitas coisas, mas acima de tudo fala da unidade espiritual. A habitação do Espírito Santo em todos os filhos de Deus corporifica a unidade da Igreja de Jesus. O que acontece na prática quando Jesus habita em mim pelo Espírito Santo? Nada mais e nada menos do que aquilo que o Senhor disse acerca do Seu Espírito Santo:“Ele me glorificará” (Jo 16.14).
“...da mão do meu Pai ninguém pode arrebatar” (Jo 10.19).
Unidade promovida pelo Espírito é realmente a obra do Espírito Santo nos filhos de Deus. Para que essa unidade – a sobrepujante vida do Salvador – possa desabrochar plenamente em mim, faz-se necessário o ministério do Espírito Santo. Ele quer glorificar a Cristo em nós em toda a plenitude. Exemplos disso são fornecidos pelo apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo” (Rm 15.13). Coisas como justiça, paz, alegria, esperança nos são dadas exclusivamente em Jesus Cristo, como explica o apóstolo Pedro: em Jesus “...nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua glória e virtude” (2 Pe 1.3). Paulo também proclama a boa-nova: “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32).
Como é que todas essas virtudes e bênçãos adquirem vida prática? Pelo poder do Espírito Santo. É o que diz João 16.13-14, que já citamos. É o Espírito Santo que deseja proclamar e engrandecer a vitória de Jesus no nosso dia-a-dia. Ele quer transformar em experiência real a vida superabundante que há em Cristo. O Espírito Santo quer tornar efetivo em nossa existência tudo o que tem a ver com Jesus. Nosso Senhor resume a maravilhosa ação do Espírito Santo em poucas palavras: “Ele me glorificará” (Jo 16.14).
Em João 16.13 nosso Senhor diz acerca do Espírito Santo: “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade”. A verdade em pessoa é o próprio Jesus Cristo (Jo 14.6). Portanto, se o Senhor Jesus fala a respeito da verdade dizendo que é o Espírito Santo que nos conduzirá a toda ela, então está em primeiro plano o próprio Salvador. A declaração em si já prova a unidade espiritual entre Jesus e Seu Espírito. O Espírito Santo conduz a toda a verdade, que é Jesus.
João 16.13-14 continua falando do ministério do Espírito Santo: “...não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar”. Esse texto também enfatiza a unidade espiritual. Pois o Espírito Santo fala apenas aquilo que diz respeito diretamente ao Senhor Jesus. O Espírito Santo não fala de coisas novas, Ele não traz novos ensinamentos. Somente fala do que tem relação com o Salvador. Você reconhece a clareza da mensagem? Você percebe o testemunho imponente do que significa unidade no Espírito? É ministério do Espírito Santo transformar em vida abundante em nós tudo aquilo que recebemos de Jesus e por meio de Jesus. E isso nada mais é do que unidade espiritual.

Unidos, mas nem sempre da mesma opinião
Será que unidade espiritual significa necessariamente a inexistência de opiniões diferentes? Não, pois todos nós sabemos que existem assuntos em que os cristãos têm o direito de ter opiniões diferentes. Mas onde Cristo realmente é o centro da comunhão, onde Ele de fato tem todo o direito de habitar e agir, coisas secundárias deixam de ser motivo de desavença. Onde Jesus ocupa o Seu devido lugar, os crentes se concentram no que é essencial. Isso não quer dizer que somente eu tenho a verdadeira visão das coisas e que todos os outros precisam pensar como eu. Significa que eu me empenho com todos os meios de que disponho para que meu próximo, que talvez tenha outra opinião acerca de algum assunto menos importante, veja o Senhor em mim, e eu O veja nele. Isso nos fará estender as mãos fraternalmente apesar das diferenças. E ambos não olharemos mais para o que nos separa, mas para o que nos une.
Para muitos, unidade espiritual significa que todos precisam pensar como eles pensam. Mas é justamente isso que cria tantos conflitos e brigas. Unidade espiritual significa que Cristo cresça mais e mais em mim, pelo Espírito Santo. E quanto mais isso for acontecendo, mais estarei em condições de viver conforme 2 Coríntios 5.16: “Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne...” Na prática, significa que deixo de julgar meu próximo com base nas minhas próprias convicções e passo a avaliá-lo conforme nosso comum Senhor. Quanta paz, quanto amor e compreensão poderiam advir entre cristãos fiéis à Bíblia se todos adotassem essa postura! Quantas querelas inúteis seriam evitadas ou nem chegariam a surgir!
No Livro de Eclesiastes encontramos uma passagem muito peculiar: “Quem é como o sábio? E quem sabe a interpretação das coisas? A sabedoria do homem faz reluzir o seu rosto, e muda-se a dureza da sua face” (Ec 8.1). Aqui vemos a Cristo, pois conforme 1 Coríntios 1.30, Ele se tornou sabedoria para nós. Nosso Salvador está apto a iluminar de tal forma o semblante de alguém que até suas feições são transformadas. Seu coração será repleto de amor fraternal. Se o Senhor Jesus consegue habitar cada cantinho da nossa vida e estar presente em cada situação por que passamos, então seremos capazes de amar, independentemente de tudo. Sem dúvida precisamos nos submeter à ordem de Filipenses 2.3, onde Paulo escreve: “...por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo”. Sejamos francos: não é nosso orgulho que muitas vezes nos impede de estender a mão a nosso irmão ou irmã quando não nos entendemos? Como cristãos renascidos, deveríamos tentar enxergar as coisas que nos unem, não as que nos dividem! Obviamente precisamos ser cautelosos. Às vezes, o caminho entre diferença de opinião e falsa doutrina é bem curto. Por isso, deveríamos examinar atentamente se está em jogo alguma bagatela sem relevância, algo que é secundário, ou se estamos discutindo uma falsa doutrina.

O Consolador
“A sabedoria do homem faz reluzir o seu rosto, e muda-se a dureza da sua face” (Ec 8.1).
No Evangelho de João, por quatro vezes o Senhor Jesus fala do Espírito Santo como Consolador (Jo 14.16,26; Jo 15.26; Jo 16.7).
Para o Senhor Jesus era muito importante não deixar os discípulos órfãos. Ele tomou providências para que nada lhes faltasse depois de Sua despedida. Ele não os abandonou à própia sorte. O Consolador lembrá-los-ia de Suas palavras. Por duas vezes o Senhor fala de forma marcante sobre esse anseio: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (Jo 14.26). “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim” (Jo 15.26).Essa preocupação de Jesus é compreensível, uma vez que na ascensão uma nuvem O encobriu diante dos olhos dos discípulos, e então Ele desapareceu definitivamente (At 1.9). Pouco tempo depois, os discípulos foram expostos a uma tempestade impetuosa: não demorou muito, e Pedro e João já se encontravam como se fossem criminosos diante do Sinédrio em Jerusalém. E esse foi apenas o começo. Os discípulos de Jesus foram muitas vezes antagonizados e perseguidos implacavelmente. Nesse contexto conseguimos entender como era maravilhoso o presente que o Senhor deu a Seus discípulos.
O Senhor Jesus não apenas lhes enviou o Consolador, mas também confiou a Ele a tarefa especial de lembrá-los sempre de Suas palavras. Isso pode e deve nos alegrar e animar. Hoje sentimos mais do que nunca a resistência e oposição do inimigo, fazendo-nos perceber nossos limites. As provações dentro de nós tornaram-se enormes, às vezes assustadoras. Mas isso não deve nos apavorar. Pois quanto mais proclamamos a unidade em Cristo, mais o inimigo ficará motivado a nos atacar. Justamente nessa circunstância é válido o legado que o Senhor deixou a Seus discípulos.
Em nossos dias, o Espírito Santo continua nos lembrando do Senhor Jesus e nos recordando as Suas palavras. Ele almeja nos conduzir pessoalmente a toda a verdade (Jo 16.13). Ele deseja glorificar o Senhor em nós, para podermos resistir ao inimigo.
Quando um filho de Deus insiste e permanece em algum pecado, infelizmente a ação do Espírito Santo é reduzida a um mínimo. Isso não quer dizer que o Espírito Santo abandona os filhos de Deus – uma vez que Ele habita permanentemente nos cristãos renascidos. Mas Ele se retrai quando existem pecados não perdoados. Paulo fala sobre isso em Efésios 4.30 e 1 Tessalonicenses 5.19: “...não entristeçais o Espírito Santo”; “Não apagueis o Espírito”.

Portanto, tiremos imediatamente do caminho toda e qualquer diferença ou divergência com nossos irmãos. Só assim o Espírito Santo poderá efetuar Sua maravilhosa obra em nós. Ele nos lembrará de Jesus, que disse, por exemplo: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do meu Pai ninguém pode arrebatar” (Jo 10.28-29). Eterna certeza de salvação – uma âncora segura que nos firma na eternidade. O que mais um filho de Deus poderia desejar? Fonte: Marcel Malgo - http://www.chamada.com.br

Deus no banco dos réus

INTRODUÇÃO
1. Um tribunal é estabelecido
O livro de Malaquias trata de sete audiências. Deus fala, o povo faz a réplica e Deus a tréplica.
2. Uma acusação é formalizada
A acusação contra Deus é de que ele não é ético: não apenas deixando de premiar o bem, mas comprazendo-se no mal.
3. Uma defesa é feita
Deus sai do banco dos réus e prova que a acusação contra ele é falsa, e apresenta-se como testemunha e juiz para condenar os impenitentes e restaurador do seu próprio povo.
4. Uma sentença é lavrada
Deus julga o impenitente, mas restaura o seu povo.
I. OS ACUSADORES DE DEUS
1. Os acusadores de Deus são ingratos
Os acusadores não são de nações pagãos, estranhos à aliança, mas o próprio povo de Deus.
Os acusadores são aqueles a quem Deus tem amado, protegido, libertado.
Os acusadores são aqueles que deveriam estar adorando a Deus, em santidade de vida, mas estão se insurgindo contra ele, levantando acusações falsas contra ele, torcendo a verdade, disseminando o erro.
A pergunta deles queria dizer: “Onde está a prova de que existe alguma mão divina dirigindo os negócios humanos?”
2. Os acusadores de Deus são insensíveis
Eles estão enfadando a Deus com suas palavras e com os seus pecados, mas não sabem que estão enfadando a Deus. Eles falam e agem contra Deus, mas não tem percepção disso. Estão anestesiados, cauterizados, insensíveis.
3. Os acusadores de Deus são equivocados
Eles tinham uma idéia completamente falsa de sua missão. Esperavam que ele viesse destruir as potências dos gentios e restaurar o poder de Israel, mas não estavam preparados para a obra que ele realizaria na purificação dos judeus.
Eles esperavam que com a reconstrução do segundo templo, fatos milagrosos acontecessem como aconteceu com o primeiro templo.
Eles esperavam que com o retorno da Babilônia, Deus enviasse o seu Messias para quebrar o poder do jugo estrangeiro e fizesse deles, judeus, uma nação poderosa.
Eles tinham expectativas claras de que Deus os exaltasse aos olhos das nações, mas ainda estavam sob o jugo estrangeiro, enquanto os pagãos se fortaleciam.
Eles tinham a expectativa de Messias político, guerreiro. Eles esperavam que Deus os exaltasse, mesmo em seus pecados.
II. A ACUSAÇÃO CONTRA DEUS
1. Deus é acusado de ser passivo diante do que acontece no mundo – 2.17
a) A questão da prosperidade do ímpio – Este questionamento não era novo: Por que um homem leva uma vida séria, decente, cumpre seus deveres, paga os impostos devidos e está sempre marcando passo. Já o outro é corrupto, vive burlando as leis, roubando, corrompendo, maquinando contra o próximo e prospera?
1) Asafe – Por que os ímpios prosperam e ele a cada manhã é castigado? Depois da sua angústia, Asafe afirma: “Até que entrei no santuário de Deus, então percebi o fim deles”.
2) Jeremias – “Justo és, ó Senhor, quando entro contigo num pleito; contudo, falarei contigo dos teus juízos. Por que prospera o caminho dos perversos, e vivem em paz todos os que procedem perfidamente?” (12:1).
3) Habacuque – “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me responderás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? [...] Por esta causa, a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta, porque o perverso cerca o justo, a justiça é torcida” (Hc 1:2-4).
4) Sofonias – “…O Senhor não faz bem, nem faz mal” (1:12).
5) Malaquias – “…Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que ele se agrada; ou: Onde está o Deus do juízo?” (3:17).
6) As calamidades naturais
7) A injustiça social
8) A depravação moral
2. Deus é acusado de ser parcial e imoral em seus julgamentos – 2:17
Eles fazem três pesadas acusações contra Deus:
a) Impunidade no julgamento – “…Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor”. Eles acusam Deus veladamente de não recompensar o bem, mas de premiar o mal.
b) Corruptibilidade no caráter – “…e desses é que ele se agrada”. Eles atacam o caráter santo de Deus. Eles acusam Deus de deleitar-se no pecado e agradar-se do pecador.
c) Inatividade na providência – “Onde está o Deus do juízo?” – Acusam Deus de ser omisso na história, de ser lerdo nas intervenções. Mas, eles é que eram cegos. Deus agiu no dilúvio, em Sodoma, no cativeiro babilônico. Deus agirá no futuro.
III. A DEFESA DE DEUS
Todas as acusações contra Deus eram falsas. Emanaram de pessoas ingratas, corrompidas e equivocadas. Deus é santo, tem o controle da história e manifestará o seu julgamento contra aqueles que pervertem a sua lei.
Diante da pergunta: “Onde está o Deus do juízo?” o Senhor responde: O Deus do juízo virá. Malaquias fala da primeira e da segunda vinda ao mesmo tempo. Como ele virá?
1. O Deus do juízo virá certamente – (3:1)
Deus está com as rédeas da história nas mãos. Pode parecer que os grandes impérios é que estão no controle, que os poderosos é que dirigem a história. Mas Deus é quem está assentado no trono. Ele é quem governa. Ele levanta reis e abate reis. Ele virá para estabelecer o seu Reino de justiça!
2. O Deus do juízo virá inesperadamente – (3:1)
Ele virá repentinamente. Quando ele veio em sua primeira vinda Herodes não o esperava e toda a Judéia ficou turbada. Quando ele vier na sua segunda vinda, virá como o ladrão, inesperadamente.
Sua vinda será como nos dias de Noé: as pessoas estarão cuidando de seus próprios interesses e não se aperceberão quando ele chegar.
3. O Deus do juízo virá oportunamente – (3:1)
O Senhor enviará o seu mensageiro para preparar o caminho (Is 40:3). João Batista veio como precursor. Seu ministério foi aterrar os vales, nivelar os montes, endireitar os caminhos tortos e aplainar os caminhos escabrosos.
Malaquias diz que antes do dia do Senhor, viria o profeta Elias (4:5). Mateus 11:14 diz que João Batista é o Elias. O espíritas pensam que João Batista foi uma reencarnação de Elias. Mas Elias não morreu, por isso, não poderia se reencarnar. Ainda, a Bíblia explica que João veio no espírito e no poder de Elias (Lc 1:17) e não como reencarnação de Elias. A identificação não é corpórea, mas de ministério. Zacarias apontou para João Batista como esse mensageiro: “E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque irás ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos” (Lc 1: 76).
Na segunda vinda precisamos também nos preparar. Jesus alertou sobre a necessidade de vigiarmos. A taça do juízo não é derramada antes da trombeta do alerta.
4. O Deus do juízo virá majestosamente (3:2)
Eles acusavam Deus de parcial, mas queriam um Deus parcial, alguém que viria para premiá-los, para promovê-los. Ele haviam criado um deus doméstico. Mas Deus é o soberano do universo. Ele vem como juiz de toda a terra.
A questão agora, não se ele vem, mas quem poderá suportar a sua vinda? Ele vem para perscrutar, para julgar. Você está preparado?
O profeta Amós diz que o dia do Senhor será dia de trevas e não de luz para aqueles que esperam o favor de Deus, mas permanecem em seus pecados (Am 5:18-20).
5. O Deus do juízo virá restauradoramente – (3:2-4)
a) Deus é como o fogo do ouvires (v.2) – O propósito do ourives é purificar e não destruir. O fogo destrói a escória e purifica o ouro. Esse é um processo doloroso, mas necessário. O fato de Deus nos colocar na fornalha prova duas coisas: 1) Somos preciosos para Deus – Deus jamais iria depurar algo imprestável; 2) Somos propriedade exclusiva de Deus – Somos genuínos. O ponto que ourives quer chegar é olhar para o ouro puro e ver refletido nele a sua imagem.
b) Deus é como a potassa dos lavandeiros (v.2) – A potassa era como sabão, tirava as manchas, a sujeira. O fogo purifica internamente, a potassa lava externamente.
c) Deus é o purificador do seu povo (v.3) – Deus virá para fazer uma obra não apenas por nós, mas em nós. Deus quer líderes puros. Ele primeiro derrete, depois purifica. Esse é um processo difícil. Ele nos derrete e nos molda. Deus é o purificador dos filhos de Levi. Nós somos uma raça de sacerdotes. Somos adoradores. Nossa vida precisa ser íntegra, para que nossa oferta seja aceitável.
d) Deus é o restaurador do ofertante e da oferta (v.3,4) – o propósito de Deus é restaurar o adorador e a oferta. A vida precede o culto. Primeiro Deus aceita a vida, depois a oferta. Deus tem saudade do passado, do tempo que o povo lhe trazia ofertas agradáveis (Jr 2:2; Ap 2:4).
6. O Deus do juízo virá condenatoriamente – (3:5)
Deus chega para juízo e o juízo começa pela Casa de Deus. Deus chega e se apresenta como testemunha veloz não a favor, mas contra aqueles que praticam o pecado. Deus prova que a acusação contra ele é infundada. No tribunal Deus se levanta contra:
a) Os feiticeiros – A feitiçaria e o ocultismo sempre ameaçaram a nação de Israel. Por isso, os profetas condenaram de forma tão veemente os casamentos mistos, porta de entrada do ocultismo na vida do povo de Deus. O ocultismo hoje está na moda. Moisés enfrentou os magos. Saul envolveu-se com uma médium. Pedro confrontou a bruxaria de Simão, o mágico. Envolver-se com ocultismo é envolver-se com demônios.
b) Os adúlteros – Malaquias mostrou no capítulo 2:10-16, que alguns homens estavam abandonando sua mulher para casar com mulheres pagãs. Estavam cometendo adultério. Estamos vivendo hoje a derrocada da família. Famílias destroçadas produzem igrejas fracas. A idolatração do sexo. A banização do sexo. O homossexualismo, a pornografia, a imoralidade estão sodomizando a cultura ocidental.
c) Os que juram falsamente – Muitos homens estavam cometendo perjúrio, quebrando os votos conjugais. Os mentirosos não herdarão o reino de Deus. A mentira tem procedência maligna. Muita gente já foi ferida de morte com a língua. Ela é fogo, veneno.
d) Os que defraudam o salário do jornaleiro – Enriquecer com o suor do pobre, sonegando-lhe o pão é algo grave aos olhos de Deus. O sangue do justo fala ao ouvido de Deus, bem como o salário do jornaleiro retido com fraude (Lv 19:13; Tg 5:4).
e) Os que oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro – Deus é o defensor daqueles que não têm vez nem voz.
CONCLUSÃO
1. Os acusadores agora estão no banco dos réus
O Deus do juízo virá, mas eles não suportarão a sua vinda. Ele virá, mas eles serão julgados e condenados.
2. A causa da condenação dos réus é declarada
Os acusadores de Deus, tornaram-se réus condenados porque não temeram a Deus. Quando o homem perde o temor de Deus, ele perde o referencial do certo e do errado. Quando ele perde o temor de Deus ele corrompe (Ne 5:15).
A nossa geração está perdendo o temor de Deus e se chafurdando em um pântano lodoso.
Oh! que nos preparamos para o glorioso dia de Deus. Aquele dia será de glória indizível para os remidos, mas de trevas para os despreparados!
Quando ele “se chegar para o juízo” a pergunta “onde está o Deus do juízo?” será respondida!
Fonte: Rev. Hernandes Dias Lopes