segunda-feira, 30 de maio de 2011

O que é o arrebatamento?

A doutrina do arrebatamento pré-tribulacional é um ensinamento bíblico importante não só porque dá percepção quanto ao futuro, mas porque dá aos crentes uma motivação importante para uma vida contemporânea piedosa. O pré-tribulacionismo ensina que antes da tribulação, todos os membros do corpo de Cristo (vivos e mortos) serão levados nos ares para encontrar a Cristo e depois subirem ao céu.[1]
O ensino sobre o arrebatamento é apresentado mais claramente em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Nessa passagem Paulo informa aos seus leitores que os crentes vivos na época do arrebatamento se reunirão com os que morreram em Cristo antes deles. “Depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (versículo 17). A palavra “arrebatados” traduz o verbo grego harpázo, que significa “tirar com força” ou “arrancar.” As traduções em latim do Novo Testamento usavam a palavra raptare, que significa “arrebatar”, “arrastar”, e é a origem da palavra portuguesa “raptar”. Outras passagens que ensinam o arrebatamento usando termos diferentes incluem: João 14.3; 1 Coríntios 15.51,52; 1 Tessalonicenses 1.10; 2 Tessalonicenses 2.1; Tito 2.13; Tiago 5.7,8; e 1 Pedro 1.13.
Quando acontecerá o arrebatamento?
Acreditamos que o arrebatamento pode acontecer a qualquer momento. Trata-se de um evento sem sinais e não precisa acontecer nada na história antes dele. O arrebatamento poderia ter acontecido a qualquer hora desde o primeiro século e sua ausência na história durante os últimos 2000 anos certamente nos aproxima mais dele.
O que é a doutrina da iminência?
A doutrina da iminência é o ensinamento de que Jesus Cristo pode voltar e arrebatar a Igreja a qualquer momento, sem sinais ou aviso prévio. O Dr. Renald Showers define e descreve iminência da seguinte forma:
1.      Um evento iminente é aquele que “ameaça acontecer breve; que está sobranceiro; que está em via de efetivação imediata; impendente.” Então, iminência tem o sentido de que algo pode acontecer a qualquer momento. Outras coisas podem acontecer antes do evento iminente, mas nada mais precisa acontecer antes dele. Se alguma outra coisa precisa acontecer antes que um evento possa acontecer, este evento não é iminente. Em outras palavras, a necessidade de outra coisa acontecer primeiro destrói o conceito de iminência.
2.      Já que não se sabe exatamente quando um evento iminente acontecerá, não se pode esperar que um determinado espaço de tempo passe antes do evento iminente acontecer. Logo, devemos estar sempre preparados para que ele aconteça a qualquer momento.
3.      Não se pode marcar ou implicar legitimamente uma data para seu acontecimento. Logo que alguém marca a data para um evento iminente ele destrói seu conceito de iminência, porque assim está dizendo que um determinado espaço de tempo deve transcorrer para que este evento aconteça. Marcar uma data específica para um evento é contrário ao conceito de que ele pode acontecer a qualquer momento.
4.      Não se pode dizer legitimamente que um evento iminente acontecerá em breve. A expressão “em breve” implica que um evento tem que acontecer “dentro de curto tempo (após um determinado período de tempo especificado ou sugerido).” Em comparação, um evento iminente pode acontecer em breve, mas não tem que acontecer para ser iminente. Espero que entendam agora que “iminente” não é o mesmo que “em breve.”[2]
Várias passagens do Novo Testamento ensinam a iminência. Entre as mais citadas estão : 1 Coríntios 1.7; 16.22; Tito 2.13; Hebreus 9.28; Tiago 5.7-9; Judas 21; Apocalipse 3.11; 22.7,12,17,20.
O que acontecerá depois do arrebatamento?
Depois que Jesus Cristo arrebatar a Igreja, haverá aqui na terra um período de sete anos conhecido como tribulação. É durante este período que o anticristo surgirá. Será possível marcar datas neste período de tempo futuro porque a Bíblia dá indicações de tempo precisas em termos de anos, meses, e dias. Isso não tem nada a ver com a atual era da Igreja. No fim dos sete anos, Jesus Cristo voltará à terra e estabelecerá o reino de 1000 anos (o reino milenar), a partir da Sua capital Jerusalém. No fim deste período haverá um julgamento final, seguido do estado eterno.[3]
O que é a tribulação?
Como foi dito antes, a tribulação é o período de sete anos que segue o arrebatamento.
As “70 semanas” de Daniel, profetizadas em Daniel 9.24-27, são o referencial em que a tribulação ou a septuagésima semana acontece.[4] A “semana” a respeito da qual Daniel escreve é interpretada pela maioria dos estudiosos de profecia como sendo uma “semana de anos”, ou seja, sete anos. Estes anos seguem o intervalo das “sete semanas e sessenta e duas semanas” de Daniel 9.25. A septuagésima semana de Daniel indica um intervalo de tempo ao qual está relacionada uma série de frases descritivas. Alguns destes termos bíblicos incluem: tribulação, grande tribulação, dia do Senhor, dia da ira, dia da aflição, dia da angústia, dia da angústia de Jacó, dia de escuridão e tristeza, e ira do Cordeiro.
A tribulação é dividida em dois segmentos de três anos e meio e o principal propósito de Deus para ela é que seja um tempo de juízo. Ao mesmo tempo, a graça do evangelho será proclamada e finalmente seguida pelo reinado de 1000 anos de Cristo.
O que é a segunda vinda?
A segunda vinda de Cristo segue o arrebatamento e a tribulação. É o retorno de Cristo que encerra a tribulação. Quando Cristo voltar, o anticristo e seus exércitos serão destruídos e haverá um período de julgamento (Apocalipse 19.20,21). A segunda vinda precede imediatamente a prisão de Satanás (Apocalipse 20.1-3) e a inauguração do reino milenar. A segunda vinda é ensinada por toda a Bíblia. Entre as passagens mais importantes estão Mateus 24.27-30 e Apocalipse 19.11-16.
Qual a diferença entre a segunda vinda e o arrebatamento?
O arrebatamento e a segunda vinda são dois eventos distintos e separados pela tribulação. Um fator importante é entender o ensino do Novo Testamento de que o arrebatamento pré-tribulacional se baseia no fato de que duas vindas futuras de Cristo são apresentadas. A primeira vinda é o arrebatamento da Igreja entre as nuvens antes da tribulação, ao passo que a segunda vinda acontece no final da tribulação quando Cristo voltar à terra para começar Seu reinado de 1000 anos. Quem quiser entender o ensino bíblico do arrebatamento e da segunda vinda deve estudar e decidir se as Escrituras falam sobre um ou dois eventos futuros. Nós acreditamos que uma consideração sistemática de todas as passagens bíblicas revela que as Escrituras ensinam duas vindas futuras.
O arrebatamento é apresentado claramente em 1 Tessalonicenses 4.13-18. Ele é caracterizado na Bíblia como uma “vinda acompanhada de um traslado” (1 Coríntios 15.51,52; 1 Tessalonicenses 4.15-17) em que Cristo vem para Sua Igreja. A segunda vinda é Cristo voltando com os Seus santos, descendo do céu para estabelecer Seu reino terreno (Zacarias 14.4,5; Mateus 24.27-31).
As diferenças entre os dois eventos são harmonizadas naturalmente pela posição pré-tribulacionista, enquanto outras posições não conseguem explicar adequadamente essas diferenças.[5]
O que são o milênio e o estado eterno?
O milênio é a doutrina bíblica e o conceito teológico do reinado de 1000 anos de Jesus Cristo na terra. O reino milenar será um reino terreno em que Cristo reinará a partir de Jerusalém e em que todos os detalhes da “promessa da terra” feita a Abraão (Gênesis 12.7) serão cumpridos (Ezequiel 47-48). O fato do reino ser terreno pode ser visto em passagens tais como Isaías 11 e Zacarias 14.9-21. Outras passagens detalhadas incluem: Salmo 2.6-9; Isaías 65.18-23; Jeremias 31.12-14, 31-37; Ezequiel 34.25-29; 37.1-6; 40-48; Daniel 2.35; 7.13,14; Joel 2.21-27; Amós 9.13,14; Miquéias 4.1-7; e Sofonias 3.9-20.
O Novo Testamento também dá testemunho importante deste reino futuro na medida em que dá continuidade à visão vétero-testamentária de um reino milenar futuro. É o reino milenar de que Jesus falou durante a ceia de páscoa antes de ser traído e crucificado: “A seguir tomou o cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai” (Mateus 26.27-29; veja também Marcos 14.25; Lucas 22.18).
A passagem mais extensa do Novo Testamento relativa ao milênio é Apocalipse 20, em que João descreve uma seqüência cronológica: a prisão, a rebelião, e o julgamento de Satanás no milênio. Em Apocalipse 20.2-7 aparece seis vezes o número 1000, enfatizando a duração do reinado terreno de Cristo. Apesar de Apocalipse 20 ser o único lugar na Bíblia onde a duração exata do reinado de Cristo é mencionada, o reino em si é mencionado e descrito dezenas de vezes em toda a Bíblia (por exemplo, Isaías 60; 62; 65.17-66.24; Jeremias 31; Ezequiel 40-48; Daniel 2.44,45; 7.27; 12.1,2; Zacarias 14.8-21).
O reino futuro de Deus terá duas fases diferentes, o milênio e o estado eterno. Mas a grande ênfase da Bíblia está no reinado de 1000 anos de Cristo no Seu governo futuro conhecido como milênio. O milênio é uma realidade bíblica que ainda será concretizada.
No fim do milênio haverá um julgamento final, conhecido como o “julgamento do grande trono branco”, dos descrentes mortos que ressuscitarão naquela ocasião (Apocalipse 20.11-15). Os descrentes serão lançados no lago de fogo e os crentes entrarão para o estado eterno descrito em Apocalipse 21-22.
Como os eventos atuais se relacionam com a profecia?
Hoje, o mundo é um cenário sendo montado para a apresentação de um grande drama. Quais preparativos já foram feitos?
O Dr. John Walvoord descreve e resume a atual situação da montagem do cenário: Todos os eventos históricos necessários já aconteceram. A tendência a um governo mundial, iniciada com as Nações Unidas em 1946, está preparando o caminho para o governo do fim dos tempos. O movimento da igreja mundial, formalizado em 1948, está preparando o caminho para uma super-igreja que dominará o cenário religioso depois que a verdadeira Igreja for arrebatada. O espiritismo, o ocultismo, e a crença em demônios continuará a se espalhar. O comunismo, apesar de sua filosofia ateísta,... [preparou] o mundo para uma forma final de religião mundial que exige a adoração de um ditador totalitário.
Israel e as nações do mundo estão sendo preparadas para o drama final. Mais importante ainda é que Israel está de volta à sua terra, organizado como um Estado político, e ansioso em realizar seu papel nos eventos do fim dos tempos...
A Rússia está preparada ao norte da Terra Santa para entrar no conflito do fim dos tempos. O Egito e outros países africanos não abandonaram seu desejo de atacar Israel a partir do sul. A China Vermelha no leste já possui hoje um poder militar forte o suficiente para enviar um exército tão grande quanto o descrito no livro de Apocalipse. Todas as nações estão preparadas para desempenhar o seu papel nas horas finais da história.
Nosso mundo atual está bem preparado para o começo do último ato profético que levará ao Armagedom. Uma vez que o cenário está montado para este clímax dramático dos tempos, a vinda de Cristo para os Seus deve estar muito próxima. Se já houve uma hora em que os homens deveriam considerar seu relacionamento pessoal com Jesus Cristo, este momento é hoje. Deus está dizendo a esta geração: Preparem-se para a vinda do Senhor.”[6
Lembre-se de que apesar do cenário estar montado e continuar pronto para o acontecimento dos eventos da tribulação, não há nada que precise acontecer antes do arrebatamento da Igreja. Apesar do arrebatamento não ter sinais e poder acontecer a qualquer momento, os vários eventos da tribulação devem acontecer antes que a segunda vinda de Cristo ao planeta Terra possa ocorrer. Quando examinamos os eventos mundiais e a história recente, vemos muitas indicações de que as coisas estão chegando a uma conclusão. O Dr. Charles Dyer observa:
A cortina ainda não se abriu para o último ato do drama divino para a era atual. As luzes do teatro estão baixas, mas ainda assim podemos perceber movimentos atrás da cortina. Deus está colocando o cenário no seu lugar e deixando que os atores tomem as suas posições no palco mundial. Quando tudo estiver pronto, Deus permitirá a abertura da cortina.
Ao avaliarmos eventos mundiais contemporâneos, queremos entender que papel eles podem ter na montagem do cenário para os eventos profetizados na Bíblia. Ao mesmo tempo devemos lembrar que, enquanto o mundo continua a mudar, só Deus conhece o futuro. Devemos avaliar eventos atuais à luz da Bíblia, e não ao contrário. Precisamos conhecer e compreender as profecias da Bíblia para discernir melhor o papel dos atuais eventos mundiais.[7]
Entender os eventos mundiais e as profecias bíblicas corretamente significa equilibrar a tensão entre os dois em nossas vidas diárias. O Dr. Ed Hindson escreve sobre essa tensão:
Devemos estar sempre preparados para o amanhã, reconhecendo que, em última análise, é Deus, e não indivíduos, quem controla o futuro.
Existem salvaguardas contra a marcação de datas?
Talvez a maneira mais simples é lembrar o slogan que dizemos à nossa sociedade sobre abuso de drogas: “Simplesmente diga não!” As palavras de Jesus são claras; marcar datas não é parte do estudo da profecia. A melhor maneira de evitarmos isso em nossos estudos é através de um método de interpretação gramatical, histórica e contextual coerente, conhecido como interpretação literal. Já que o texto das Escrituras proíbe marcar datas, e sabemos que não há significados ocultos a serem descobertos através de uma abordagem interpretativa esotérica, concluímos que à medida em que estudarmos as Escrituras não encontraremos uma abordagem que nos leve a marcar datas.
Devemos sempre observar os eventos atuais (e todos os aspectos das nossas vidas) através das lentes das Escrituras. A Bíblia interpreta as notícias; as notícias não interpretam a Bíblia. A volta de Jesus Cristo é nossa esperança – não a hora da Sua volta. Não devemos ser como a criança numa viagem de carro que fica perguntando a seu pai a toda hora, “Está perto, pai?” Ou, “Falta muito?” Como o pai dirigindo o carro, sabemos que estamos nos aproximando, mas não podemos dizer com certeza quão perto estamos. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dilma afirma que o governo não deve fazer “propaganda de opções sexuais”

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quinta feira (25) que não concorda com o conteúdo do kit de combate à homofobia que seria distribuído nas escolas públicas de ensino médio por não atender ao objetivo de combater a discriminação contra homossexuais. Segundo avaliação da presidenta, o governo não deve fazer propaganda de opções sexuais.
“O governo defende a educação e a luta contra práticas homofóbicas... No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais, nem podemos interferir na vida privada das pessoas”. Dilma disse que assistiu apenas um trecho de um dos três vídeos produzidos para integrar o kit e que vazaram na internet. Ela reiterou que a questão será revisada pelo governo e decidiu suspender todas as produções. “É uma questão que o governo vai revisar, não haverá autorização para esse tipo de política de defesa A, B ou C”.
As declarações de Dilma irritaram o deputado Jean Wyllis, PSOL/RJ Assumidamente gay e um dos maiores defensores das causas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis e Transexuais) na Câmara. “Achei precipitado a presidenta tomar uma decisão sem ouvir os atores em questão. Ela devia ter conhecimento de todos os pareceres favoráveis ao projeto. Os pareces da UNESCO, do Conselho Federal de Psicologia, da UNE, e do próprio Conselho de Classificação Indicativa. Não é possível que essas instituições estejam erradas”, sustenta.
Wyllys acredita que a polêmica criada pela bancada evangélica em torno do kit contra a homofobia tem um alvo: o PLC 122 (que criminaliza a homofobia). “Essa campanha já está em curso. Tentam criar uma onda de terrorismo, uma histeria coletiva, como fizeram no segundo turno das eleições”.
Já o deputado federal, Anthony Garotinho (PR-RJ) afirmou que, para convencer o governo a suspender a produção do material de combate à homofobia, que seria distribuído a cerca de 6 mil escolas de ensino médio, a bancada evangélica da Câmara ameaçou não colaborar com os projetos do Executivo.
Garotinho coordenou no dia 24/05 uma reunião dos evangélicos que resultou em três decisões: colaborar para que o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, fosse convocado para depor sobre sua evolução patrimonial; obstruir as votações na Câmara dos Deputados e apresentar o pedido de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a contratação de organizações não governamentais (ONGs) pelo Ministério da Educação (MEC). Entidades que tentam interferir na educação dos brasileiros.
Garotinho acusou o ministro da Educação, Fernando Haddad, de não ter cumprido um acordo selado com a bancada religiosa. "Ele [Haddad] saiu da reunião com o compromisso de um pacto pela convivência harmônica. Dias depois, falou coisas diferentes na imprensa. Ele disse que tinha aprovado o material, que não via nada de mais e que o material iria adiante. Em função disso, os deputados se reuniram e deliberaram algumas posições", disse.
O ministro da Educação Fernando Haddad tentou explicar a produção dos vídeos dizendo que: “A violência contra esse público (gay) é muito grande e a educação é um direito de todos os brasileiros, independentemente de cor, crença religiosa ou orientação sexual. Os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento”.
Nesta quinta-feira, (26/5) o senador Magno Malta PR/ES solicitou audiência para pública para saber o que a população brasileira acha do PL 122. Ainda na quinta-feira, a Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou por unanimidade o requerimento do senador Magno Malta que solicita audiências públicas para debater com a sociedade civil o projeto de lei 122/2006, que trata, entre outros tópicos, a união estável entre casais do mesmo sexo. “Vamos atravessar a fronteira da religião e chegar ao coração da família brasileira para, pela primeira vez, ouvir o que pensa sobre esta mudança de comportamento que afeta hábitos e valores universais da sociedade”, explicou o senador.
O MEC gastou 3 milhões de reais para ONGs produzirem os vídeos. O material seria distribuído nas escolas de ensino médio de todo país.
A maioria dos leitores do jornal Cidadania Cristã, acham um absurdo a intromissão das ONGS que tentam influenciar na educação ou orientações dos filhos “isso cabe aos pais e não há terceiros”.
Repórter Lúcio Freire, com informações da Agencia Brasil

quinta-feira, 26 de maio de 2011

“Sem cera” ειλικρίνεια

Segundo historiadores da antiguidade, os antigos gregos e romanos fabricavam vasos de cerâmica e porcelana finíssima. Para comprar ou vender os vasos de barro ou porcelana finíssima, havia um cuidado especial do vendedor e do comprador.
Porque o cuidado? Porque depois de prontos, os vasos eram levados ao fogo e alguns rachavam com a alta temperatura. Os feirantes, desonestos tapavam as rachaduras com cera branca, da cor do vaso. Somente quando os vasos eram expostos ao calor do Sol, o vaso revelava ter sido remendado com cera. Por isto os mercadores honestos marcavam os seus produtos com a palavra “sine cera” (latim) “eilikrinés” grego, “sem cera”. Daí, o termo “sincero”; (masculino) ou sinceridade (feminino); ειλικρίνεια (sem cera). “eili-krinés”, “eili” (exposto ao calor) e “krinés” (testado) literalmente testado pelo Sol.
A sinceridade fazia parte da cultura daquele povo. Tanto que todo relacionamento dúbio, acompanhado de falsidade, hipocrisia e mentira era veemente condenado. Razão pela qual, muitas pessoas foram mortas. Os cristãos foram aconselhados a “falar a verdade com o seu próximo” “amar sem hipocrisia”. “Não mintais uns aos outros. Esses eram princípios imutáveis nos relacionamentos dos primitivos. “Tudo o que é verdadeiro, justo, puro, respeitável, de boa fama, seja isso que ocupe a vossa maneira de pensar. Fil. 4:8.
Desde o Antigo testamento Deus usou uma metáfora na cultura da época e comparou o homem ao vaso de barro nas mãos do oleiro. Pessoas que depois de transformadas eram conduzidas ao mercado social, escravo ou livre, como um produto autêntico, sem fingimento, sem hipocrisia ou falsidade, assim eram os servos. Quando vendidos para os seus senhores, eram sinceros, verdadeiros e leais. Pouquíssimos foram hipócritas e falsos (destaque para Balaão, Ananias e Safira). De modo geral o que era comum na feira, se tornava real na vida com Deus. “O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem”. Romanos, 12:9.
Com o passar dos anos, parece que muitos cristãos não lêem a Bíblia, não atentam para os seus princípios ou ainda estão presos à velha maneira de viver. É comum você ouvir: “Oh! meu querido” “Paz do Senhor meu amado”, “Te amo meu irmão”; mas no íntimo sente ódio. Na ausência, Fala mal, denigre e expõe seus irmãos ao ridículo. Mas como disse alguém: “É preferível a gentileza externa do que a grosseria”. Porém, o que é superficial não é sincero. A sinceridade é uma virtude do fabricante e não do vaso. E o fabricante deseja que seus vasos sejam originais, genuínos, sem engano sem falsidade.
Precisamos admitir que estamos vivendo tempos de escassez de pessoas sinceras. Cada dia que passa, a falsidade torna-se vitrine de muitos cristãos. Pessoas que na tua frente demonstra personalidade cristã e na tua ausência mostra um caráter influenciado pelo diabo: Cheio de maldades, de hábitos perversos. Interessante, condenamos os hábitos e costumes externos, como: alcoolismo, fumo, vestimenta... Mas ignoramos a falsidade, a mentira, o engano, comportamento comum entre nós. Amados! A sinceridade exige um passo a mais: a observação dos nossos pensamentos, das nossas emoções, dos nossos impulsos. Jesus tratou desse problema entre os discípulos pegando uma criança no colo e dizendo: “Quem não se tornar como criança não poderá ver o reino dos céus”. Ou seja, Jesus afirmou: “Quem não tirar a maldade do coração, a falsidade, o engano a mentira, não pode ver o reino dos céus”. Essas fraquezas revelam as nossas rachaduras. Um íntimo fingido é empecilho à felicidade, que depende de um harmonioso relacionamento com Deus e especialmente com o próximo, a quem vemos. A hipocrisia é sinal de fraqueza e imaturidade espiritual.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Senador Magno Malta solicitou audiência pública para saber o que a população acha sobre a PL122

Foi na CDH que o Senador Magno Malta solicitou as audiências públicas para ouvir o Brasil.
 
Senador Magno Malta (PR/ES) vai ouvir o Brasil sobre as questões polêmicas envolvendo os homossexuais.
A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o requerimento de autoria do senador Magno Malta solicitando audiências públicas para debater com a sociedade civil o projeto de lei 122/2006, que trata, entre outros tópicos, a união estável entre casais do mesmo sexo. “Vamos atravessar a fronteira da religião e chegar ao coração da família brasileira para, pela primeira vez, ouvir o que pensa sobre esta mudança de comportamento que afeta hábitos e valores universais da sociedade”, explicou Magno Malta.
Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira, o senador Magno Malta, quer ouvir as lideranças de diversas entidades civis e religiosas. “Vamos convidar para o debate público a Confederação Brasileira de Bispos do Brasil, as denominações evangélicas, os espíritas, budistas, kardescistas, maçons e entidades civis como OAB, Ministério Público, Rotary Club, Lions Club e outras associações que há anos desenvolvem trabalhos pela valorização e união da família Brasileira”. Detalhou o senador. 
Magno Malta não participou da sessão da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS), por motivos de saúde. Ele recebeu a informação da aprovação do requerimento com alegria. “O Supremo Tribunal Federal, com apenas 10 ministros, mudou a lei permitindo até adoção de crianças por casais homossexuais. Mas o mérito desta questão cabe ao parlamento, porém, nesta democracia representativa, temos que antes de votar ouvir o que o Brasil pensa e o que de melhor quer a maioria”.

Para Magno Malta, tentaram confundir a opinião publica criando um estigma de preconceito com quem comunga o cristianismo. “Família é família, religião é religião. Não podemos misturar os valores. Os Espíritas são excelentes pais, os maçons são pessoas responsáveis e de moral, os católicos são referências em união familiar e nos bons costumes. Assim também os evangélicos, que tem hábitos saudáveis e éticos, os budistas, que respeitam o próximo como a si mesmo. Enfim, vamos levar o dialogo para fora da religião e esclarecer os pontos que interessam as famílias”, frisou o senador.

A PLc 122/06 traz em seu bojo, além do chamado casamento homossexual, dando todos os direitos concedidos ao casal homem e mulher, polêmicas como adoção de crianças, cerceamento da liberdade de expressão proibindo textos e pensamentos contrários ao homossexualismo e privilégios que outras classes sociais não têm, criando castas, uma verdadeira divisão social. “A sociedade brasileira desconhece esta pauta, hoje, só as partes interessadas, homossexuais e políticos estão incluídos neste debate. Vamos viajar o Brasil e buscar informações, estudos, opiniões e novos conceitos para votar com justiça e sem interesse próprio”.

Magno Malta vai mais longe e esclarece que, “é importante examinar este assunto com visão de futuro e respeito. Todas as pessoas merecem respeito e não podemos discriminar ninguém, nem por raça, cor, credo ou sexo. Mas quando o tema envolve crianças, referências de conduta, então, devemos pensar com os horizontes ampliados no futuro da nação.” Alertou Magno Malta.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Convocação aos Evangélicos de todo o Brasil

Os evangélicos de todo o Brasil são convidados a participar em Brasília de uma manifestação organizada pelo Pr. Silas Malafaia (AD Vitória em Cristo-RJ), no próximo dia 1º de Junho as 15h, em frente ao Congresso Nacional. A manifestação tem como objetivo protestar contra o Projeto de Lei (PL) 122, mais conhecida como a lei da mordaça gay, pedindo a Deputados e Senadores que não aprovem a referida lei por se tratar de uma afronta aos princípios constitucionais da liberdade de expressão e religiosa, além de atacar diretamente a família brasileira.
Vamos juntos! Não podemos nos calar diante do rugir do leão. Temos conosco a garantia de que as portas do inferno não prevalecerão contra à Igreja do Senhor Jesus e aquele que está conosco é maior do que os que estão com eles.
Participe você também!!!!!!!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O desatino de uma lei que regulamenta a relação homoafetiva

O Supremo Tribunal Federal reconheceu como legal e legítima a união homoafetiva, dando às pessoas do mesmo sexo, que vivem juntas, todas as garantias da lei como se casadas fossem. Essa é a tendência de uma sociedade secularizada que não leva em conta a verdade de Deus. A raça humana, na sua corrida desenfreada rumo à degradação dos valores morais, abafa a verdade, amordaça a voz da consciência e conspira contra os princípios absolutos que emanam da Palavra de Deus. A ira de Deus, porém, se revela desde o céu contra toda essa impiedade e perversão e o primeiro sinal dessa ira é que as pessoas perdem qualquer senso de culpa. Elas pecam e não sentem mais tristeza pelo pecado. Antes, aplaudem suas loucuras, fazem apologia de sua decadência e censuram aqueles que discordam de sua sandice, rotulando-os de radicais. Vamos, aqui, examinar alguns aspectos dessa decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal à luz das Escrituras:

1. A decisão conspira contra a Palavra de Deus. Ao longo da história as constituições procuraram se inspirar na Palavra de Deus, a carta magna da liberdade e da justiça. A relação homoafetiva, ou seja, a união entre pessoas do mesmo sexo está na contramão da verdade de Deus. É uma abominação para Deus (Lv 18.22). Trata-se de um erro, uma disposição mental reprovável. Não é uma relação de amor, mas uma paixão infame (Rm 1.24-28). Se a Palavra de Deus é infalível e inerrante, qualquer lei humana que atente contra ela, constitui-se em conspiração contra Deus e em vileza contra a raça humana. Mais do que isso, a decisão do STF conspira também contra a Constituição Federal, pois esta define casamento como a união entre um homem e uma mulher.

2. A decisão conspira contra a família. Quando o Supremo Tribunal Federal concede a um “casal” homossexual o direito e o privilégio de adotar uma criança, perguntamos: Que tipo de educação essa criança vai receber? Sob que influência essa criança vai crescer? Que valores morais ser-lhe-ão transmitidos? Os pais ensinamos filhos não apenas com palavras, mas, sobretudo com exemplo. É a prática homossexual um comportamento a ser promovido e recomendado? Queremos ver nossas crianças seguindo por esse caminho? Levantaremos essa bandeira? A verdade dos fatos é que a nossa sociedade perdeu a noção de certo e errado. Nessa sociedade permissiva não há mais a ideia de pecado. Tudo é permitido. Nada é proibido. Há uma inversão de valores. Faz-se apologia daquilo que Deus abomina e cumula-se de benefícios aquela relação que Deus chama de disposição mental reprovável, erro e torpeza. Abre-se, assim, as comportas do grande abismo. As torrentes da maldade inundarão as famílias e a sociedade, sob os auspícios da lei.

3. A decisão conspira contra a sociedade. Um “casal” homossexual não pode cumprir o papel da propagação da raça. É um “casamento” que legitima uma relação contrária à natureza. Trata-se de uma lei que legaliza aquilo que Deus considera ilegítimo. É uma constrição humana que conspira contra a constituição divina. É o homem inculcando-se por sábio, mas tornando-se louco. As leis justas são inspiradas na lei de Deus. As constituições mais humanas sempre espelharam a Palavra de Deus.

Por isso, quando uma nação despreza a verdade de Deus, avilta a ética e atenta contra a família. Contra todas as racionalizações humanistas, que buscam sacudir o jugo de Deus para abraçar o relativismo moral, a Bíblia é categórica em nos dizer que: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor” e não a nação que promove o pecado e faz troça da virtude, chamando luz de trevas e trevas de luz (Is 5.20). A sociedade que anda no trilho da verdade e pauta sua conduta pelas Escrituras, marcha resoluta pelas veredas da justiça e colhe os frutos sazonados da santidade e da bem-aventurança. Aqueles, porém, que entram pelos atalhos do descalabro moral, cai nas insídias do pecado e colhem os frutos amargos da sua própria insensatez.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Mais de 150 mil pessoas participaram da marcha para Jesus em Curitiba

O centro de Curitiba foi ocupado na manhã de sábado (21), por milhares de evangélicos que participaram da Marcha para Jesus 2011. O evento foi realizado pelas igrejas evangélicas estaduais e teve como tema: “Somos Um” Durante o evento houve uma manifestação de combate à exploração sexual infantil e os evangélicos manifestaram sua posição quanto às leis que tramitam no Congresso Nacional relacionadas com os princípios da fé cristã.
De acordo com o presidente do Conselho de Ministros do Evangelho do Paraná (Comep), bispo Antônio Cirino Ferros, a marcha reuniu mais de 150 mil pessoas de 300 denominações evangélicas. “A caminhada cristã tem o objetivo de celebrar e divulgar os princípios das igrejas”.
“Queremos proclamar a paz pelas ruas da nossa bela cidade, declarando o amor de Deus para todos os povos. Temos valores e é para defendê-los que estamos hoje nas ruas de Curitiba. Quero dizer que as igrejas evangélicas continuarão sendo grandes parceiras das administrações públicas desse Estado”, disse o bispo.  Ele destacou que a presença do governador representa a concretização de uma boa parceira.
A Multidão se concentrou na Praça Santos Andrade, e logo seguiu pelo centro até a Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico. O evento promoveu a arrecadação de alimentos não perecíveis que serão doados para famílias carentes e entidades que trabalham no tratamento e recuperação de dependentes químicos.
 A Marcha para Jesus acontece na capital paranaense desde 1991 e é realizada todo terceiro sábado do mês de maio. É um evento que ocorre em mais de 170 países. Em São Paulo a caminhada é realizada na tradicional Avenida Paulista, com a presença de mais de cinco milhões de pessoas.
O governador Beto Richa também participou da Marcha para Jesus 2011. “A marcha é um grande evento que une as igrejas para levar a palavra do Senhor e fortificar os lares do Paraná. O nosso governo vai atuar ao lado das igrejas para que juntos possamos, principalmente, vencer a droga,” afirmou o governador. Richa disse que se orgulha de “acompanhar o crescimento desse movimento”. Em 2005, quando era prefeito de Curitiba, ele sancionou a lei municipal que inseriu o evento no calendário oficial da cidade. Richa disse ainda que “a marcha é uma grande celebração da liberdade religiosa do país e reafirmou a importante função social das igrejas cristãs na reestruturação familiar”.

sábado, 21 de maio de 2011

Militares matam 4 mulheres cristãs em Laos


Tropas do Laos, com a ajuda dos vietnamitas, assassinaram quatro mulheres cristãs diante de suas famílias, em uma aparente repressão contra manifestantes, no Laos.

O exército, formado por soldados e policiais secretos vindos do Vietnã, apreendeu bíblias de moradores da província de Xiengkhouang. Os soldados, em seguida, atiraram e mataram quatro mulheres, depois de terem abusado repetidamente de duas delas.

Os maridos e filhos das mulheres mortas apanharam dos soldados, foram amarrados e forçados a presenciar o assassinato dessas mulheres. Não há notícias sobre onde estão os sobreviventes agora.

Não se sabe ao certo se os hmongs, tribo à qual pertenciam as mulheres mortas, são perseguidos por sua etnia ou por sua religião. O regime comunista no Laos é particularmente repressivo com minorias étnicas como os hmongs, o que também encoraja o budismo a impor um senso de união e identidade nacional. Por essa razão o alvo principal, tanto por parte do governo quanto dos budistas, são os cristãos hmongs.

Cristãos protestantes em geral e a comunidade cristã hmong são particularmente vistos pelo governo e seus setores como sendo favoráveis ao Ocidente e, por isso, representaria uma ameaça às regras do comunismo.
Fonte: Persecution

Mais uma estratégia importante contra o PL 122


O bombardeio de telefonemas e e-mails aos senadores, criticando o PL 122, fez com que os parlamentares recuassem na intenção de incluir o tal projeto na pauta de votação em caráter de urgência. O próprio Senado, por meio de sua Secretaria de Pesquisa e Opinião (SEPOP), divulgou uma nota informando sobre o congestionamento das linhas telefônicas de atendimento ao cidadão. O motivo foi o grande número de manifestações contra o projeto que criminaliza qualquer ação, opinião ou crítica que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil.

A luta continua, mas é preciso adotar outra estratégia. Envie, portanto, e-mail para sites, jornais e revistas, pedindo que seja concedido para os que são contrários ao PL 122 o mesmo espaço de divulgação dado aos que são a favor do projeto. Solicite também aos meios de comunicação que divulguem a manifestação pacífica contra o PL 122 que acontecerá no dia 1º de junho, às 15h, em frente ao Congresso Nacional em Brasília. Haverá caravanas de diversas partes do país!

Vale ressaltar que o Jornal do Brasil, em sua edição online, publicou matéria no dia 20 de maio sobre a reação da igreja quanto ao PL 122 e disponibilizou na íntegra esse projeto de lei.

RELAÇÃO DE E-MAILS DA IMPRENSA
cartas@jb.com.br; folhaemergencia@uol.com.br; politica@uol.com.br; paulo@oglobo.com.br; falecom.estado@grupoestado.com.br; forum@grupoestado.com.br; portal@grupoestado.com.br; leitor@uol.com.br; epoca@edglobo.com.br; veja@abril.com.br; cartas@istoe.com.br; silvia@oglobo.com.br


CONTINUE TAMBÉM A ENVIAR E-MAILS PARA O SENADO
Nessa luta em favor da família e da liberdade de expressão, continue também a enviar e-mails criticando o PL 122 para o Senado. Entre no site www.senado.gov.br/senadores e envie para os representantes do seu estado: "Sr. Senador, rejeite o PL122/2006. Em favor da família, em favor da liberdade de expressão e abaixo a pedofilia." Quem desejar pode ainda enviar esse pedido para os senadores dos demais estados da federação e ligar para o Alô Senado: 0800-612211. 

Faça sua parte!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vai porque este é para mim um vaso escolhido...

Quem não conhece aquele velhoditado popular: “Pau que nasce torto morre torto e se duvidar até a cinza é torta”. Normalmente as pessoas não acreditam em mudança de seu semelhante. E por não acreditar, generaliza, banaliza, discrimina, cria preconceito... A mentalidade predominante é essa: “Pau que nasce torto morre torto e se duvidar até a cinza é torta”.

No conceito humano, não há ninguém perfeito. A ciência, a medicina, as religiões no mundo inteiro ainda não descobriram uma formula que torne o a pessoa humana perfeita. O sábio Salomão disse: “Aquilo que é torto não se pode endireitar; e o que falta não se pode calcular” (Ec 1:15).

Ainda bem que Deus não pensa como o ser humano. Se Deus pensasse como o homem eu não teria essa oportunidade ímpar de escrever sobre esse assunto. Mas não quero escrever sobre mim. Tem outros personagens mais conhecidos e mais importantes, dignos de destaque, dada a grandeza do milagre de Deus. Entre tantas histórias lindas de transformação, permita-me apresentar a você a transformação de Saulo de Tarso, descrita em Atos capitulo 9. Se não a maior, mas um dos maiores exemplos de mudança registrada na Bíblia. Na verdade essa história começa em Atos dos Apóstolos, cap. 7, versículo 58. “... e, lançando-o fora da cidade o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um mancebo chamado Saulo”.

Saulo de Tarso como era conhecido, era extremamente religioso, quem sabe atualmente seria denominado uma pessoa fanática, porque como judeu, tornara-se fariseu e naturalmente defensor da sua religião a ponto de exterminar quem se opusesse a ela. Tanto que ao ver o cristianismo se expandindo com a fuga dos cristãos para Damasco, na Síria, ele viajou 240 kms para encontrá-los e trazê-los de volta à Jerusalém. Saulo esteve em Jerusalém e testemunho o assassinato de Estevão, o primeiro mártir do cristianismo (Atos, 6-7). E como excelente aluno do mestre Gamaliel, conhecia muito bem a Escritura Sagrada e entendia que o cristianismo não era apenas uma ameaça ao judaísmo, mas uma afronta a Lei de Moisés. O fariseu Saulo acreditava que o movimento cristão era um perigo para o judaísmo. Por isso odiava a fé cristã e perseguia os cristãos sem misericórdia. Ele conseguiu permissão para viajar à Damasco, a fim de prender os cristãos e trazê-los de volta à Jerusalém.

Um fanático, cruel, perseguidor, no caminho para Damasco encontra-se com Jesus. O impacto da presença de Jesus resplandece sobre os olhos de Saulo e o mesmo ficou cego. “Saulo, Saulo, porque me persegues?” Diante da pergunta de Jesus, Saulo indaga: “Quem és tu Senhor?”. E Jesus responde: “Eu sou Jesus a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os grilhões”. O durão, o impossível, perseguidor, fanático, cai por terra e estarrecido, clama: “Senhor o que queres que eu te faça?”

É assim que Jesus trata com o imperfeito. Ele se manifesta, torna o homem pó e depois indica o caminho da perfeição – A conversão genuína, mudança radical de caráter.

Porque Jesus não pegou o chicote e não matou Saulo e seus parceiros? “A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele.” E ainda: “Embora alguém o entristeça, contudo terá compaixão segundo a grandeza da sua misericórdia.” Lamentações de Jeremias, 3:22,23 e 32.

Em Genesis, 2:7, a Bíblia afirma que Deus formou o homem do pó da terra e soprou sobre suas narinas o espírito e o tornou alma vivente. O homem continua pó. “Veio do pó ao pó voltará”. Assim diz a Escritura Sagrada. Porém, Deus não o trata como pó. Deus o trata como imagem e semelhança do Pai, Filho e Espírito Santo.

Em particular na história de Saulo, Jesus o trata como “vaso escolhido”. O Senhor usa aqui uma linguagem muito particular dos judeus. Pois segundo a cultura judaica, os filhos tão logo nascessem deveriam ser circuncidados porque já nasciam “nazireus”; ou seja, escolhidos de Deus desde o ventre materno. E Jesus não ver Saulo como fanático e perseguidor, Ele o ver como um vaso escolhido. Por isso, Ele vai à Ananias em sonho e ordena que o mesmo vá ao encontro de Saulo e ore com ele, no relato, Jesus diz a Ananias que Saulo o está esperando. Jesus dá a entender que ambos se conheciam, são duas personalidades distintas e bem conhecidas. Saulo, perseguidor dos cristãos e Ananias um cristão que até então não havia entendido a sua missão de evangelizar. Ananias demonstra visão humana em relação ao milagre da transformação. “Aquele homem? Senhor, de muitos ouvi a cerca deste rapaz, quantos males tem feito aos teus santos em Jerusalém...” Não interessa, “Vai porque este para mim um vaso escolhido para levar o meu nome aos gentios...” O argumento de Ananias religiosamente pareciam brilhantes. “Esse moço não tem jeito, nos persegue, é contrário a nossa religião. E daí? Esse rapaz é um viciado, vive se metendo em confusão; e daí? É melhor nem orar por ele, muito menos levá-lo para igreja. O que as pessoas vão pensar da nossa comunidade? Para Deus todo ser humano é um vaso escolhido. E quando Deus resolve agir, não interessa a condição e as condições de vida de uma pessoa. O que a ciência não faz, Jesus faz. O que a medicina não opera; Jesus opera. O que a religião não muda, Jesus transforma. Não importa o grau de periculosidade é ou está a pessoa. “Ora, numa grande casa, não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de madeira e de barro; e uns, na verdade, para uso honroso, outros, porém, para uso desonroso.” II Timóteo, 2:20.

Deus sopra o seu Espírito aonde ele quer e a quem usar. Se hoje a pessoa que você conhece, discrimina, amaldiçoa é motivo de desonra, de vergonha, amanhã Jesus poderá transformá-la e fazer dele um vaso de honra. Satanás destrói a beleza de Deus no homem; torna-o escravo de seu próprio “ego”. Mas Jesus tem o poder de restaurar e torná-lo perfeito. De acordo com a ótica humana, todo homem é visto como pau que nasce torto morre torto e se duvidar até a cinza fica torra. Mas para Deus a pior pessoa no mundo é um vaso escolhido de Deus. Precisa apenas ser moldado como no seu estado original. Seu filho, sua filha; seu marido, sua esposa é um vaso escolhido de Deus. Aquela pessoa que pra você não tem valor, é pó. Deus o torna um vaso especial. Creia nisso!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

IGREJAS QUE NECESSITAM DE CURA



Alguns pensam que as igrejas no Brasil estão experimentando um grande avivamento. Sinceramente, gostaria de poder reconhecer isso. Gostaria muito que esta geração estivesse se voltando de coração para o Senhor. É verdade que a situação do evangelho na nossa Nação é bem diferente de décadas atrás. Temos grandes igrejas, excelentes pregadores, talentosos escritores, lindos e abençoados ministérios de louvor, estratégicos programas de rádio e diversos grupos missionários. Contudo, em geral as nossas igrejas estão enfermas. Não digo assim em tom de acusação, mas de denúncia esperançosa por um novo tempo. Deus ama o Seu povo que se encontra em terras tupiniquins. E por isso Ele está disposto a fazer o melhor por Seus filhos e filhas. Todavia, se queremos cura, precisamos reconhecer as nossas patologias e aceitar o devido tratamento do evangelho. Pode ser duro, mas precisamos fazer as seguintes considerações no amor do nosso Senhor Jesus Cristo:

Igrejas necessitam de cura quando estão cultivando a murmuração. A Palavra de Deus é muito clara quanto a este assunto: "Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas" (Filipenses 2:14). No entanto, para muitos ambientes eclesiásticos o que mais se tem visto é exatamente tais práticas perniciosas. Há igrejas que praticamente não conseguem ter uma reunião, um ensaio ou alguma atividade religiosa sem confusão, sem brigas e desentendimentos. Há igrejas que parecem muito mais um octógono de vale-tudo do que um ambiente da graça. A diferença é que nas igrejas os golpes são com palavras envenenadas pelo ciúme, pela amargura e arrogância. Igrejas, assim, não conseguem ter uma verdadeira atmosfera de louvor e adoração. O clima é pesado, principalmente para os novos na fé que não conseguem suportar nem aceitar tais costumes mundanos e vergonhosos, o que acaba afastando-os da comunhão, aliás, da suposta ou aparente comunhão cristã. Em uma matéria do Jornal Hoje, afirmou-se que empresas demitem muitos mais pessoas por fofocas e inconveniências do que por erros de trabalho. As empresas reconhecem que pessoas de gênio problemático trazem grande transtorno para o ambiente profissional. Não é diferente quando pensamos em igrejas. Os murmuradores são pessoas inconvenientes no trabalho do Senhor.

Igrejas necessitam de cura quando cultivam a mentira. Não apenas no campo teológico ou doutrinário, mas também no que diz respeito às relações entre os irmãos. Sim, há irmãos que se abraçam e que se cumprimentam com um sorriso na hora dos cânticos de interação dizendo: "Eu declaro a paz de Cristo/Te abençôo meu irmão/Preciosa é a nossa comunhão". Gostoso e maravilhoso é cantar um hino assim, mas na prática muitos não conseguem se livrar do vício de falar mal das pessoas, de ficar comentando sobre a vida dos outros e ainda ficar jogando lama no ministério local ao qual servem, ou melhor, ao qual prestam um desserviço. São os mentirosos que dizem que amam, mas não conseguem viver em santa comunhão. A Palavra de Deus afirma: "Aquele que diz está na luz, e aborrece a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo" (I João 2:9:10). Como devemos agir com pessoas que promovem tais escândalos? Deixo a Bíblia responder: "E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões... desviai-vos deles" (Romanos 16:17). Não podemos ficar cegos ou querer tapar o sol com a peneira quando estamos enfrentando tais problemas em nossas igrejas, temos que notar, temos que estar atentos e nos desviarmos, literalmente nos afastarmos de pessoas que não conseguem viver a verdade do amor de Cristo Jesus.

Igrejas necessitam de cura quando estão cultivando a insubordinação. Infelizmente o que mais se tem perdido nos dias de hoje é a noção de autoridade. Cada um quer fazer o que quer e sem prestar contas a ninguém. Filhos não querem obedecer aos pais, alunos não querem respeitar os professores, cidadãos não querem se sujeitar aos governantes, empregados não querem obedecer aos seus patrões, esposas não se submetem aos seus maridos e ovelhas não procuram obedecer aos seus pastores. Sei que há pais, mestres, governantes, chefes de trabalho, homens e ministros religiosos autoritários e que não sabem exercer a saudável autoridade, Deus os julgará, mas não justifica em nada o que temos visto nos dias de hoje: rebeldia, desobediência, teimosia, grosserias, petulância, enfim, insubordinação gratuita e descabida. Vamos consultar a Palavra de Deus? "Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo" (Efésios 6:1). "Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem, foram por ele estabelecidas" (Romanos 13:1 _ NVI). "Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo" (Efésios 6:6). "Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém ao Senhor" (Colossenses 3:18). "Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil" (Hebreus 13:17).

Igrejas necessitam de cura quando cultivam o pecado. Pode parecer estranho, mas é isso o que muitas vezes vem acontecendo. Como? Quando as igrejas não confrontam mais o pecado. Quando recomendam para a liderança pessoas reconhecidamente desonestas, adúlteras e que vivem em iniquidade. Quando não mais aplicam alguma disciplina em amor para correção dos faltosos. Por incrível que pareça, alguns acreditam que algum cargo eclesiástico ou alguma atividade religiosa pode melhorar a vida dos não convertidos, e, não, percebem que esse tipo de estratégia não é e nunca será viável. A conversão de pecadores acontece pelo ouvir a Palavra de Deus e não pelo fato de colocá-los no ministério de louvor ou no departamento de jovens ou em algum outro cargo da igreja. Isso não funciona, pois as nossas armas não são carnais. E para testemunharmos a conversão de pecadores temos que usar recursos espirituais. Temos que pregar o evangelho de Jesus Cristo e fazermos constantes orações intercessórias. Tenhamos cuidado com certas estratégias duvidosas e que colocam em risco o bom testemunho do nome do nosso Senhor Jesus Cristo. "Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria" (Apocalipse 2:20). E nos dias de hoje, cuidemos para não estarmos tolerando filhos e filhas de Jezabel assumindo posições de liderança nas igrejas. Decerto, temos que amar todos os pecadores, mas, não podemos ser coniventes com o pecado. Que Deus nos ajude. Que Deus nos cure pelo sangue de Jesus. Eu creio que possa vir o avivamento em nossa Nação, porém, que a obra de Deus tenha início em nossas vidas.
Fonte: Pr. Adriano Xavier Machado http://batistastradicionais.blogspot.com/ 

Depressão e o Pecado da Ansiedade

"O que significa ter a paz que excede todo entendimento"?"

A ansiedade tem sido uma das grandes causas de depressão na vida de muitos. Em conversas, aconselhamentos, visitas, o tempo todo eu vejo pessoas ansiosas, preocupadas, irrequietas diante de situações que lhes provocam dúvidas e medo. É a saúde que não anda bem, são os negócios que não estão como gostaríamos e esperávamos, são problemas na família que estão difíceis de solucionar, são contas a pagar, são respostas que não vêm, enfim, motivos não faltam para nos deixar ansiosos nesses dias loucos nos quais vivemos.

Quando o apóstolo Paulo escreveu aos filipenses, ele preocupou-se com a ansiedade que permeava os corações daquela igreja. Motivos também não faltavam. Paulo estava preso, e isso os deixou muito preocupados (foi da prisão que Paulo escreveu sua Carta aos Filipenses). A perseguição do Império Romano contra o cristianismo era constante e preocupante. Havia medo, insegurança, e muita dúvida entre os cristãos de Filipos.

Paulo, da prisão, percebeu que os cristãos em Filipos não estavam lembrando-se da SOBERANIA DE DEUS sobre todas as coisas que acontecem no mundo. Mesmo da prisão, Paulo fazia questão de exortá-los a desfrutarem da alegria e paz que em Cristo todos podemos ter. Não havia motivo para tanta ansiedade entre os filipenses. Em Fp 4.6, Paulo escreve: “Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças”.

Paulo lembra que o verdadeiro cristão não tem motivo nenhum para viver ansiosamente. Paulo, depois de tê-los chamado à alegria, lhes chama a não viverem ansiosos. Para isso, eles deveriam viver uma vida de oração. É só uma vida de oração que nos cura da ansiedade. Por quê? O que está por trás da ansiedade? A grande verdade que a Palavra de Deus nos apresenta é que, por trás de toda ansiedade, encontra-se um pecado: o pecado da desconfiança (ou descrença) na Soberania de Deus. É isso que Paulo quer que os filipenses lembrem. Por isso a exortação de recorrerem a Deus na hora da ansiedade. Orarem! Você tem, dia após dia, apresentado a Deus TODOS os seus pedidos que lhe trazem ansiedade? Se não, nem adianta, a ansiedade lhe devorará como um leão! Tudo o que lhe preocupa deve ser apresentado a Deus por meio da “oração e súplica com ações de graças”. O apóstolo Pedro também diz isso em sua 1ª Epístola, em 1Pe 5.5-6: “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.”.

Agora, note as palavras-chave desse texto: humilhai-vos – POTENTE MÃO DE DEUS – ANSIEDADE – cuidado de vós. O que vemos aqui? Pedro também nos ensinando que a fé, a confiança na Soberania de Deus, na Potente mão de Deus, é o que produzirá em nós a PAZ, o cuidado que tanto precisamos quando estamos ansiosos. E Paulo conclui aos filipenses prometendo que, se parassem de encher seus corações de preocupação e ansiedade e começassem a se encher de Deus (Fp 4.8) e das coisas de Deus, que uma paz que excede todo o entendimento guardaria os corações dos ansiosos, em Cristo Jesus. Você quer essa paz? Você deseja que o Senhor acalme seu coração e o livre da ansiedade? Não há outro caminho! Não há!!!

O único caminho é apresentar-se a Deus todos os dias, buscar conhecê-lo para que tal conhecimento lhe convença de Sua grandeza e soberania; ore muito, apresente tudo a Ele, encha sua mente dEle por meio de músicas, filmes, mensagens que lhe tragam aos Seus pés, não negligencie um tempo a sós com Ele todos os dias, e, mais importante de tudo, comece agora pedindo perdão pelo pecado da ansiedade.

Isso mesmo! Pecado da ansiedade. Ansiedade é um pecado contra Deus (pelo fato de desconfiar de Sua Soberania). Peça a Ele que lhe ajude a não duvidar mais que Ele está no controle de tudo da sua vida, e de que Ele é bom.

Por isso você pode descansar. Quando você fizer isso, a promessa de Paulo aos filipenses também se cumprirá em sua vida: “e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.”

Homofobia, um esclarecimento necessário

"Esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais"


A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:

Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.

Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?

Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).

Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
Pr. Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Latino pretende lançar CD gospel

Festejando 18 anos de carreira, Latino – que tem 38 anos de idade – foi presenteado com uma festa que aconteceu na noite desta quarta-feira, 11, em uma mansão localizada no bairro do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Depois de falar sobre a importância da data, o cantor revelou que tem planos de ingressar no universo da música gospel.


“Isso ainda é um projeto para daqui a dois ou três anos talvez, mas estou com muita vontade de juntar essa galera gospel e fazer um trabalho bacana. Não quero me tornar evangélico, mas sei que posso falar de Deus de uma maneira ousada e jovial”, comentou.

Para o projeto, que ainda não foi batizado, Latino pretende reunir grandes cantores do estilo evangélico: “Precisamos ficar de olho no mercado musical e sempre buscar novas inspirações. Eu mesmo quero compor as músicas que falem de Deus de uma forma bem alegre, com romantismo também. Vou trabalhar muito para me consolidar também nesse meio”, explicou.

Latino – versão empresário

O que muitos não sabem é que Latino não vive somente de seus shows. Atualmente, ele comanda uma empresa que produz jingles – mensagens publicitárias, para campanhas no Brasil. “É um lado meu que pouca gente conhece mesmo. Tive que abrir uma empresa para produzir esse tipo de material e estamos indo muito bem. Só com a minha voz temos vários jingles soltos na praça.”

Na empresa, Latino deixa bem claro que o patrão também trabalha: “Eu recebo a sinopse do produto e a ideia do cliente. A partir de então criamos a letra e buscamos a inspiração para a melodia no próprio produto. Equanto isso, vou seguindo a minha carreira artísitica nos palcos.”
Fonte: EGO


Bancada evangélica consegue o adiamento da PL 122

O projeto de Lei 122/2006 seria votado nesta manhã pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, mas a pressão da bancada evangélica fez com que a votação fosse adiada sem previsão de ser retomada.

Alguns representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão alegaram que é necessário realizar audiências públicas, porque o projeto não teria sido suficientemente discutido no Congresso. “Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos”, disse o senador Magno Malta (PR-ES).

O texto do PL 122 é de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) e tramita há dez anos no Congresso, mas somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. A intenção da senadora Marta Suplicy (PT-SP) que o desarquivou e virou sua relatora, era aprovar a PL até a próxima semana, quando começa as comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia, data comemorada no dia 17 de maio e que vai movimentar a Esplanada em Brasília.

Bate boca

Na saída da sessão a senadora do PT concedeu uma entrevista aos jornalistas e o deputado Jair Bolsonaro exibiu uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania GLBT, o que ele considera algo “moralmente ofensivo à sociedade”. Exaltada, a senadora Marinor Brito deu um tapa no livreto e acusou Bolsonaro de ser “criminoso”. Bolsonaro retrucou chamando-a de “heterofóbica” e os dois trocaram ofensas e xingamentos.

Fonte: Gospel Prime
Com informações Agência Senado



quinta-feira, 12 de maio de 2011

Qual o valor que o dinheiro ocupa na sua vida?


"Eia agora, vós ricos, chorai e pranteai, por causa das desgraças que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão roídas pela traça. O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e devorará as vossas carnes como fogo. Entesourastes para os últimos dias. Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos. Deliciosamente vivestes sobre a terra, e vos deleitastes; cevastes os vossos corações no dia da matança. Condenastes e matastes o justo; ele não vos resiste". Tiago 5.1-6

1. O dinheiro hoje domina as casas de leis, os palácios dos governos e as cortes do judiciário. O dinheiro é o maior deus deste mundo. Por eles as pessoas roubam, mentem, corrompem, casam-se, divorciam-se, matam e morrem.
2. O dinheiro é mais do que uma moeda, ele é um espírito, um deus, ele é Mamom. Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro. Ele é o mais poderoso dono de escravos do mundo.
3. O problema não é possuir dinheiro, mas ser possuído por ele. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Não é pecado ser rico. A riqueza é uma bênção. É Deus quem nos dá sabedoria para adquirirmos riqueza. O problema é colocar o coração na riqueza. A raiz de todos os males não é o dinheiro, mas o amor ao dinheiro.
4. Vivemos hoje uma economia global. A máquina econômica gira numa velocidade caleidoscópica. Precisamos trabalhar mais e consumir mais. Os luxos do ontem tornaram-se as necessidades do hoje. Mas o sistema pede não apenas mais dinheiro, mas também mais do nosso tempo. Coisas estão se tornando mais importante do que pessoas.
5. Os ricos estão se tornando cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. 50% das riquezas do mundo estão nas mãos de apenas 100 empresas. Há empresas mais ricas que alguns países. A GM é mais rica que a Dinamarca. A Toyota é mais rica que a África do Sul. A FORD é mais rica que a Noruega. O Wal-Mart é mais rico que 161 países. Bill Gates em 2000 teve uma renda líquida de 400 milhões de dólares por semana.
6. A corrupção está instalada na medula de nossa nação. Sentimos vergonha ao ver tanto escândalo financeiro, quando os recursos que deveria vir para aliviar o sofrimento do pobre são saqueados pelas ratazanas que roem incansavelmente as riquezas da nação e os dráculas que insaciáveis que chupam o sangue do povo.
7. A Palavra de Tiago é mais do que oportuna. Deveria ocupar as manchetes dos jornais.

I. COMO OS RICOS ADQUIRIRAM SUAS RIQUEZAS – V. 4,6a

1. A Bíblia não proíbe o homem ser rico, se essa riqueza vem como fruto da bênção de Deus e do trabalho honrado (Sl 112; Pv 10:4). Abraão e Jó eram homens ricos e também piedosos. O que a Bíblia proíbe é adquirir riquezas por meios ilícitos e para propósitos ilícitos. Amós 2:6 condena o aquirir riquezas ilícitas e Isaías 5:8 condena o adquirir com propósitios ilícitos.
2. Não é pecado ser rico. Não é pecado ser previdente. Não é pecado usufruir as benesses da riqueza. O pecado está ligado a origem, ao meio e ao fim da riqueza.
3. Tiago fala que os ricos que ajuntaram riqueza ilícita enfrentarão a inevitabilidade do juízo de Deus (v. 1). O luxo de hoje tornar-se desventura amanhã (v. 1). Exemplo: A opulência da riqueza de Saddam Hussein.
4. A segurança do dinheiro é falsa. A alegria que ele proporciona é fugaz (v. 1). Veja o contraste entre a falsa e a verdadeira riqueza em 1 Tm 6:6-10,17-19.
5. Tiago menciona duas formas pecaminosas com que os ricos adquiriram suas riquezas:

A. Retendo o salário dos trabalhadores com fraude – (v. 4)

Os ricos não apenas estavam retendo o salário dos trabalhadores, mas estavam retendo o salário deles com fraude. Eles estavam ricos por roubar dos pobres (Pv 22:16,22).
A lei de Moisés proibia ficar com o salário do trabalhador até à noite (Dt 24:14-15): “Não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado, seja ele teu irmão ou estrangeiro que está na tua terra e na tua cidade. No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr-do-sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado”.
“Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até pela manhã” (Lv 19:13).
Os trabalhadores foram contratados por um preço e fizeram o seu trabalho, mas não receberam. O crente precisa ser honesto para pagar suas dívidas e cumprir com os seus compromissos financeiros.

B. Controlando as cortes- (v. 6a)

A regra de ouro do mundo é que aqueles que têm o ouro é que fazem as regras. Os ricos se fortalecem porque compram as sentenças, subornam os tribunais e assim oprimem ainda mais os pobres que não podem oferecer resistência.
Nos versos 2-3 e no v. 5 há o uso egoísta da riqueza (acúmulo e luxúria), cada um dos versos seguidos por uma condenação dessa prática v. 4 e 6.
Os ricos condenam os pobres nos tribunais (2:6 e 5:6). Na diáspora os crentes foram dispersos e perderam seus bens, propriedades, casas (1:1).
Judas vendeu Jesus por dinheiro. Os ricos compravam as sentenças contra os pobres por dinheiro e assim condenavam e matavam os justos (um símbolo do que foi feito com Cristo).
Quando Deus estabeleceu Israel em sua terra, deu ao povo um sistema de cortes (Dt 17:8-13). Ele advertiu os juízes para não serem garanciosos (Ex 18:21). Os juízes não podiam ser parciais entre os ricos e os pobres (Lv 19:15). Nenhum juiz podia tolerar perjúrio (Dt 19:16-19). O suborno era condenado pelo Senhor (Is 33:15; Mq 3:11; 7:3). Amós denunciou os juízes que vendiam sentenças por suborno (Am 5:12,13).
Os pobres não tinham como resistir os ricos. Eles controlavam as próprias cortes. Eles só podiam apelar para Deus, o justo juiz.

II. COMO OS RICOS USARAM SUAS RIQUEZAS – V. 3-5

1. Já é uma coisa pecaminosa adquirir riquezas de forma pecaminosa, mas maior pecado ainda é usar essas riquezas de forma também pecaminosa. Tiago cita três formas pecaminosas de usar as riquezas:

A. Eles acumularam de forma avarenta as riquezas – (v. 3)

Não há nenhum pecado em ser previdente, fazer investimentos e em prover para si, para a família, para ajudar outros (2 Co 12:14; 1 Tm 5:8; Mt 25:27).
Mas é pecaminoso acumular o que não é nosso. Eles ajuntavam o que deviam pagar aos trabalhadores. Anos depois os Romanos saquearam todos os seus bens e suas riquezas foram espoliadas.
É uma grande tragédia uma pessoa ajuntar tesouros para os últimos dias e não ajuntar tesouros no céu.
Confiar na provisão e não no provedor é um pecado. Quem assim age, vive como se nossa pátria fosse a terra e não o céu (Lc 12:15-21). Confiar na instabilidade da riqueza ou na transitoriedade da vida é tolice (4:14; 1 Tm 6:17). A vida de um homem não consiste na quantidade de bem que ele possui (Lc 12:15).

B. Eles mantiveram os necessitados longe do benefício de suas riquezas – (v. 4).
Os ricos não apenas acumularam riquezas, guardando gananciosamente suas moedas ao ponto de ajuntar ferrugem, mas estavam armazenando não suas próprias riquezas, mas o salário dos ceifeiros.

Eles não estavam sendo fiéis na mordomia dos bens. Eles estavam sendo fraudulentos. O roubo é pecado. Deixar de pagar salários justos e reter os salários ardilosamente é um grave pecado aos olhos de Deus.

C. Eles estavam vivendo na luxúria enquanto os pobres estavam morrendo – (v. 5)
Luxúria = triphao – só encontrado aqui no NT = extravagante conforto.
Prazeres = spatalao – entregar-se aos prazeres e aos vícios (1 Tm 5:6). As duas palavra juntas significam uma vida sem auto-negação, uma vida regalada, desenfreada, sedenta apenas dos prazeres e conforto. Eles pecaram contra a justiça e contra a temperança.
Jesus ilustrou essa atitude nababesca falando sobre o rico que vivia regaladamente em seus banquetes sem se importar com o pobre ou mesmo com o destino da sua alma (Lc 16:19-31).

III. O QUE ACONTECERÁ ÀS SUAS RIQUEZAS – V. 1-4

Tiago menciona as conseqüências do mau uso das riquezas:

A. As riquezas mau usadas irão desvanecer – (v.2-3a)

Nada daquilo que é material permanecerá para sempre neste mundo. As sementes da morte estão presentes em tudo aquilo que está neste mundo. É uma grande tolice pensar que a riqueza possa trazer estabilidade permanente. Assim diz o apóstolo Paulo: “Exorta os ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento” (1 Tm 6:17).
Além disso a vida é passageira: “…sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4:14) e não podemos levar nada desta vida: “Porque nada temos trazido para o mundo, nem cousa alguma podemos levar dele” (1 Tm 6:7).
Jesus disse para o rico insensato: “… louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12:20).

B. As riquezas mau usadas destroem o caráter – (v. 3)

Diz Tiago: “O vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes…” (5:3).
Este é o julgamento presente da riqueza. O veneno da riqueza infectou a pessoa e ela está sendo devorada viva. A cobiça leva a pessoa a cometer todos os outros mandamentos. Ló ao se tornar rico pôs sua vida e sua família a perder. Diz Deus: “… se as vossas riquezas prosperam, não ponhais nelas o coração” (Sl 62:10). O bom nome é melhor do que as riquezas (Pv 22:1). A piedade com contentamento é grande fonte de lucro (1 Tm 6:6). O casamento feliz é melhor do que finas jóias.

C. As riquezas mau usadas acarretam o inevitável julgamento de Deus – (v. 1,3,5)

Tiago viu não apenas o presente julgamento (as riquezas sendo devoradas e o caráter sendo destruído), mas também ele falou do julgamento futuro diante de Deus (v. 1, 9). Jesus é o reto juiz e ele julgará retamente. Todos comparecer diante do tribunal de Cristo para dar conta de suas vidas.
Veja as testemunhas que Deus vai chamar nesse julgamento: 1) As suas próprias riquezas enferrujadas e suas roupas comidas de traça vão testemunhar contra eles no juízo – (5:3) – revelando a avareza de seus corações. Há uma ironia aqui: os ricos armazenam suas riquezas para protegê-los e elas serão contra ele para condená-lo. 2) O salário retido com fraude dos ceifeiros vão testemunhar contra eles – (5:4) – O dinheiro tem voz. Ele fala e sua voz chega ao céu, aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Deus ouviu o sangue de Abel e ouve o dinheiro roubado dos trabalhadores. 3) Os trabalhadores irão também testificar contra eles (5:4b) – Não haverá change dos ricos subornarem as testemunhas e o juiz. Deus ouve o clamor do seu povo oprimido e os julga com justiça.

D. As riquezas mau usadas revelam a perda de uma preciosa oportunidade – (v. 3)

Pense no bem que poderia ter sido feito com essa riqueza acumulada de forma avarenta. Pobres poderiam ter sido assistidos, o reino de Deus expandido, o salário dos ceifeiros pago. O que esses ricos guardaram, perderam anos depois quando Roma começou a perseguir os judeus (64 d.C e 70 d.C.).
O dinheiro não deve ser uma arma para controlar e dominar os outros, mas um instrumento para ajudar os necessitados. O que guardamos, perdemos. O que damos, retemos. Uma pessoa pode ser rica neste mundo e pobre no mundo por vir. Pode ser pobre aqui e rica no mundo vindouro.

O dinheiro fala: o que ele irá testemunhar sobre você no dia do juízo?

Como você tem lidado com o dinheiro: ele é seu dono ou seu servo? Seu coração confia na provisão ou no provedor?
Você é honesto no trato com o dinheiro? Você tem alguma coisa em suas mãos que não lhe pertence? Os bens que você tem foram ganhados licitamente?
Você tem usado seus bens para ajudar outras pessoas, ou você tem acumulado apenas para o seu deleite e conforto?
Por; Pr. Hernandes Dias Lopes