sexta-feira, 24 de maio de 2013

Famílias em perigo

Referência: Malaquias 2.10-16
INTRODUÇÃO
O assunto de hoje está nas manchetes dos jornais. É uma tema atual, pertinente e urgente. A maior crise que estamos vivendo é a crise da família.
O que é casamento? O que Deus diz sobre casamento misto? E o divórcio, como Deus o encara?
O nosso estudo hoje versará sobre essas questões vitais:
1. A teologia determina a vida
Os sacerdotes deixaram de ensinar a Palavra e o povo se corrompeu. Práticas erradas são fruto de princípios errados.
Eles estavam lidando de forma errada uns com os outros, porque estavam lidando de forma errada com Deus.
2. A família determina a igreja
Os casamentos mistos estavam pondo em risco a teocracia judaica, a integridade espiritual da nação e o divórcio estava colocando em risco a integridade das famílias. O abandono do cônjuge estava ameaçando o desmoronamento do lar em Israel. Famílias desestruturadas e quebradas desembocam em igrejas fragilizadas.
I. O CASAMENTO É UMA ALIANÇA DE AMOR – v. 14
1. Os limites da aliança conjugal
a) O casamento é uma união heterossexual (v. 14) – O casamento é a união entre um homem e uma mulher. Este é o princípio da criação conforme Gênesis 2:24: “Por isso, deixa o homem seu pai e sua mãe, se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”. A união homossexual é uma abominação, um erro, uma torpeza, uma paixão infame contrária à natureza.
b) O casamento é uma união monogâmica (v. 14) – O casamento é a união entre um homem e uma mulher. A monogamia foi instituída na criação, sancionada na lei, reafirmada na graça. A incidência da poligamia foi fruto da desobediência e trouxe graves consequências.
c) O casamento é uma união monossomática (v. 14) – O sexo no casamento é ordem, é bom, é santo, é puro, é deleitoso. A deslealdade à aliança implicava na infidelidade sexual. Os índices de infidelidade conjugal são alarmantes na atualidade (75% homens e 63% mulheres).
d) O casamento é uma união indissolúvel (v. 14) – A quebra da aliança conjugal é deslealdade. Jesus reafirmou que “o que Deus uniu não o separe o homem” (Mt 19:6).
2. A natureza da aliança conjugal
a) O casamento é uma aliança voluntária de amor entre um homem e uma mulher (v. 14) – O casamento não é compulsório. É uma escolha voluntária. Ninguém obriga duas pessoas se casarem. Quando elas se unem nessa aliança devotam amor um pelo outro. Elas aceitam entrar debaixo do mesmo jugo. Elas fazem uma aliança, um pacto de pertencerem um ao outro, de cuidarem um do outro, de serem fiéis um ao outro. O casamento é um pacto (Pv 2:17). Provérbios 5:18 exorta exorta o marido a alegrar-se com a mulher da sua mocidade.
b) O casamento é uma aliança de companheirismo (v. 14) – O casamento não foi criado para os cônjuges competirem, mas para cooperarem. Eles devem cuidar do outro, como cuidam de si mesmo. Eles são companheiros, ou sejam, devem estar juntos na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na prosperidade e na adversidade.
c) O casamento é uma aliança testemunhada por Deus (v. 14) – Deus é o arquiteto, o fundamento e o sustentador do casamento. Ele está presente. Ele é a testemunha principal. O casamento foi instituído por ele, é feito na presença dele. Devemos pedir a ele o cônjuge. Devemos construir a relação sobre ele (Sl 127:1). O cordão de três dobras não se arrebenta com facilidade (Ec 4:12).
II. O CASAMENTO MISTO É UMA VIOLAÇÃO DO PROPÓSITO DE DEUS
1. O casamento misto é uma deslealdade à paternidade de Deus – v. 10
Deus é o Pai do seu povo, de uma forma especial. Deus chamou Israel para ser o seu povo particular (Os 11:1). Nós pertencemos à família de Deus. Fomos adotados e também somos gerados do Espírito. Deus fez conosco uma aliança de ser o nosso Deus e nós o seu povo para sempre. Ele requer de nós fidelidade.
O casamento misto levava a idolatria e a adoração de outros deuses era uma espécie de infilidade conjugal com o Deus da aliança. Era uma traição e uma quebra da aliança (Ex 34:11-16; Nm 25; Nm 13:23-29).
O apóstolo Paulo pergunta: “Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?” (2 Co 6:15-16).
O casamento misto era uma porta de entrada para o desvio da fé:
a) A geração ante-Diluviana – A decadência da geração ante-diluviana foi devido ao casamento entre os filhos de Deus com as filhas dos homens, ou seja, de uma geração piedosa com uma geração que não temia a Deus.
b) A geração que possuiu a terra prometida – Os casamentos mistos foram o fator principal da apostasia religiosa de Israel. Salomão e Acabe são exemplos tristes desse fato.
c) A geração pós-cativeiro – O casamento misto foi duramente reprovado por Esdras (Es 9:1-2), Neemias (Ne 10:30; 13::23-27) e Malaquias (Ml 2:10-16).
2. O casamento misto é a quebra da aliança feita pelos Pais – v. 10
Quando o povo recebeu a lei de Deus no Sinai, eles prometeram a Deus que não dariam seus filhos ou suas filhas em casamento aos adoradores de outros deuses (Ex 34:16; Dt 7:3).
A questão não era os casamentos inter-raciais, mas a união com adoradores de deuses estranhos (v. 11). O problema não era racial, mas religioso. Boaz casou-se com Rute, uma moabita.
Hoje, quando uma pessoa se casa com alguém não nascido de novo, está quebrando esse preceito bíblico (1 Co 7:39; 2 Co 6:14-17).
3. O casamento misto implica em infidelidade a Deus – v. 11
a) Porque atenta contra o propósito da família viver para a glória de Deus – a família devia ser a escola em que a vida como Deus a imaginava deveria ser aprendida e praticada (Dt 11:19). A vida cristã deve ser vivida exclusivamente para a glória de Deus. O casamento é uma demonstração do casamento de Cristo com a Igreja. O lar precisa ser uma igreja santa, adorando ao Deus santo. Uma casa dividida não pode prevalecer. Andarão dois juntos se não houver entre eles acordo.
b) Porque conspira contra a criação dos filhos no temor do Senhor (v. 15) – Um casamento misto tem grandes dificuldades na criação dos filhos na disciplina e admoestação do Senhor (Ef 6:4). Os filhos passam a falar meio asdodita (Ne 13:24).
c) Porque é uma aberta desobediência ao mandamento de Deus (v. 11) – Tanto no Antigo como no Novo Testamento a ordem de Deus é clara: o casamento misto não faz parte do projeto de Deus para o seu povo (Dt 7:3-4; 2 Co 6:14-17).
4. O casamento misto é um alvo certo do juízo de Deus – v. 12
A desobediência traz juízo. Deus não premia a desobediência. As consequências podem ser amargas para aqueles que entram na contramão da vontade de Deus.
A linguagem faz lembrar o juízo que atingiu Eli, cuja família foi eliminada do sacerdócio por causa da sua negligência e por causa das maldades cometidas por seus dois filhos (1 Sm 2:29-35).
III. O DIVÓRCIO É UMA QUEBRA DA ALIANÇA CONJUGAL
1. A natureza do divórcio
a) O divórcio não foi instituído por Deus (v. 16) – Deus regulamentou o divórcio, mas não o instituiu. Deus instituiu o casamento e não o divórcio. O casamento é fruto do coração amoroso de Deus, o divórcio é fruto do coração endurecido do homem.
b) O divórcio não é da vontade de Deus (v. 16) – Embora, o divórcio seja permitido em caso de infidelidade e abandono, ele não é obrigatório. Ele é resultado da dureza de coração. Melhor que o divórcio é o perdão e a restauração.
c) O divórcio é a quebra de uma aliança feita na presença de Deus (v. 14,15) – O divórcio é a apostasia do amor. É rejeitar alguém que um dia foi desejado. É descumprir com professas feitas na presença de Deus. Malaquias diz que é a quebra da aliança com: 1) A mulher da tua mocidade (v. 14,15); 2) Tua companheira (v. 14); 3) A mulher da tua aliança (v. 14).
2. A causa do divórcio
a) A falta de cuidado de si e do cônjuge (v. 15,16) – O casamento é como conta bancária, se sacarmos mais que depositamos, vamos à falência. Se investíssemos mais no casamento, teríamos menos divórcios (Mt 19:3-9). Quem ama o cônjuge a si mesmo se ama. Quais são só cuidados que precisamos ter: 1) Não deixar o casamento cair na rotina; 2) Não guardar mágoa; 3) Não se descuidar da comunicação; 4) Suprir as necessidades emocionais e sexuais do cônjuge; 5) Administrar sabiamente a questão financeira.
b) A falta de bom senso (v. 15) – “Ninguém com um resto de bom senso o faria. Mas que fez um patriarca? Buscava descendência prometida por Deus”. Alguns estudiosos vêem aqui o divórcio de Abraão. Mas creio que o texto fala da criação. O assunto do contexto é divórcio. Daí, a exortação do profeta: “Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade”. Antes de divorciar uma pessoa precisa ter bom senso para pensar nas consequências: 1) Consequências espirituais; 2)Consequências emocionais; 3) Consequências econômicas; 4) Consequências para os filhos; 5) Consequências para a igreja.
3. As consequências do divórcio
a) Provoca profunda dor na pessoa abandonada (v. 13) – Esse choro era dos homens que se chegavam a Deus sem ter suas orações respondidas e também das mulheres abandonadas. Quando as esposas abandonadas iam ao altar e derramavam suas lágrimas, isso tocava o coração de Deus ao ponto dele não aceitar as orações dos maridos que as abandonavam. O divórcio dói mais do que o luto para o cônjuge e para os filhos.
b) Traz graves consequências para os filhos (v. 15) – A poligamia e o divórcio não são conducentes à criação de filhos no temor de Deus. E, em última instância, essas práticas não eram proveitosas para obter a semente piedosa na árvore genealógica do Messias prometido.
c) Provoca quebra da comunhão com Deus da pessoa que abandona (v. 13b) – Os contemporâneos de Malaquias estavam subestimando o pecado do divórcio (v. 13). Eles choravam, mas não obedeciam. Quando Deus não aceita o ofertante, ele rejeita a oferta. No primeiro capítulo de Malaquias, Deus recusa-se a aceitar os sacrifícios porque os animais eram defeituosos (1:8,10,13); agora, Deus os rejeita por causa do divórcio dos ofertantes. Salmo 66:18 diz que se há iniquidade no coração, Deus não ouve as orações. 1 Pedro 3:7 diz que se o marido não vive a vida comum do lar, suas orações são interrompidas. Deus não aceita o culto desses homens, porque ele não aceita a quebra da aliança conjugal.
d) Provoca o repúdio de Deus ao ato e à pessoa (v. 16) – Deus odeia o divórcio e repudia aquele que age com violência com o cônjuge abandonado. Para Deus o divórcio é como cobrir de violência as suas vestes. De fato, toda vítima do divórcio é violentada psicologicamente. Os golpes psicológicos precedem à separação física. O divórcio não é algo de somenos para Deus. Numa época em que o divórcio campeia tão célere, precisamos inclinar os ouvidos à estas palavras de Deus!
CONCLUSÃO
1. O povo de Deus, aliançado com ele, não deve entrar em aliança com aqueles que não pertencem à família de Deus.
2. O clamor dos feridos é mais alto aos ouvidos de Deus do que as orações daqueles que ferem. As lágrimas dos oprimidos são mais preciosas para Deus do que as ofertas daqueles que oprimem.
3. Deus é a testemunha de toda cerimônia de casamento, e também será a testemunha de toda violação desses votos.
4. O pecado do divórcio é uma coisa abominável que Deus odeia.
Fonte: Rev. Hernandes Lopes

Mitos que ameaçam o casamento

O casamento é obra divina. Foi Deus quem instituiu o casamento e estabeleceu princípios para regê-lo. O casamento é um mistério. Nem mesmo as mentes mais brilhantes conseguem compreendê-lo plenamente. A felicidade no casamento só é alcançada através de muito esforço e constante renúncia, muito investimento e pouca cobrança, muito elogio e cautelosas críticas. Muitos casamentos adoecem e morrem, porque em vez dos cônjuges serem governados pela verdade, acaba sendo enganados por alguns mitos. Levantarei aqui alguns desses mitos:
Em primeiro lugar, eu preciso encontrar a pessoa perfeita para me casar. Essa pessoa não existe. Não viemos de uma família perfeita, não somos uma pessoa perfeita e nem encontraremos uma pessoa perfeita. Além disso, essa ideia já parte de um pressuposto errado, pois é uma afirmação tácita de que já somos uma pessoa perfeita e que o nosso cônjuge é quem precisa se adequar a nós. Esse narcisismo é erro gritante. Produz uma auto-avaliação falsa e inevitavelmente deságua numa relação conjugal adoecida.
Em segundo lugar, se meu cônjuge me ama nunca vai sentir-se atraído (a) por outra pessoa. Há muitas pessoas que depois do casamento descuidam-se da sua aparência. Esquecem-se de que o amor precisa ser constantemente regado e o relacionamento constantemente cultivado. É sabido que os homens são atraídos por aquilo que veem e as mulheres por aquilo que ouvem. Sendo assim, as mulheres precisam ser mais cuidadosas com sua aparência física e os homens mais atentos às suas palavras. A mulher precisa cativar constantemente seu marido e o marido precisa conquistar continuamente sua mulher. Qualquer descuido nessa área pode ser fatal para a felicidade e estabilidade do casamento.
Em terceiro lugar, se meu cônjuge casou-se comigo nunca vai esperar que eu mude. Um cristão não pode adotar o slogan de Gabriela: "Eu nasci assim, eu cresci e eu vou morrer assim". A indisposição para mudança é um perigo enorme para a felicidade conjugal. Não somos um produto acabado. Estamos em constante transformação. Somos desafiados todos os dias a despojar-nos de coisas inconvenientes e a agregarmos valores importantes à nossa vida. A acomodação no casamento é um retrocesso, pois num mundo em movimento, ficar parado é dar marcha ré. A vida cristã é uma corrida rumo ao alvo. Nosso modelo é Cristo e todos os dias precisamos ser mais parecidos com Jesus. Para isso, precisamos abandonar atitudes pecaminosas e adotar posturas piedosas.
Em quarto lugar, se meu cônjuge me ama, não vai ficar aborrecido com minha possessividade. Ninguém é feliz no casamento perdendo sua individualidade. Ninguém sente-se confortável sendo sufocado. Ninguém tem prazer em viver no cabresto, sendo vigiado a todo tempo. O ciúme é uma doença. Uma doença que se diagnostica por três sintomas: uma pessoa ciumenta vê o que não existe, aumenta o que existe e procura o que não quer achar. Embora marido e mulher devam respeito e fidelidade um ao outro, não podem viver sendo monitorado o tempo todo. Casamento pressupõe confiança. A insegurança produz a possessividade e a possessividade gera o controle e o controle estrangula a relação.
Em quinto lugar, se meu cônjuge me ama, nunca vai discordar de mim. O casamento não é a união de dois iguais. Homem e mulher são dois universos distintos. A ideia de almas gêmeas é absolutamente equivocada. O impressionante do casamento é que, sendo tão diferentes, homem e mulher são unidos numa aliança indissolúvel, para se tornarem uma só carne. As diferenças existem, entretanto, não para destruir o relacionamento, mas para enriquecê-lo; não para separar o casal, mas para complementar a relação conjugal.
Fonte: Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 19 de maio de 2013

Por que a manifestação em Brasília?

Sob a organização do pastor Silas Malafaia, e vários líderes evangélicos, uma grande manifestação em defesa da família tradicional, da vida, da liberdade de expressão e religiosa acontecerá em Brasília. O evento está programado para o dia 5 de junho, às 15h, em frente ao Congresso Nacional. 
CARAVANAS SAIRÃO DE VARIAS CIDADES EM TODO O BRASIL...
Pastor Silas pretende reunir cerca de 100.000 mil pessoas no protesto, para marcar posição contra o casamento gay, o aborto e o Projeto de Lei 122. O evento contará com a participação de vários líderes evangélicos, além dos cantores Talles Roberto, André Valadão, Aline Barros, Eyshila, Nani Azevedo, David Quinlan, Cassiane, e Bruna Carla.
“Já que estão forçando a barra sobre o casamento gay, vamos a Brasília para dizer que estamos do outro lado. Não é um ato exclusivo para apoiar Marco Feliciano, mas para marcarmos nossa posição. Vamos dar a nossa resposta. Todas as lideranças evangélicas estarão presentes, assim como a bancada evangélica. Vai ter gente de todos os lados do Brasil”, afirmou o pastor.
Participe e divulgue!
Sinto muito, tentamos reunir um grupo do Noroeste e Oeste do Paraná, mas infelizmente não houve interesse, portanto, aqueles poucos que aceitaram o desafio, vamos com uma VAN, carro o reserve já sua passagem de avião.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Deus tem cuidado de nós...

“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória. Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça. Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo. Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar. A ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém!” (1 Pedro 5.1-11).
Os seguidores de Jesus do primeiro século eram um grupo peculiar. Ou, assim pensavam os não-cristãos da Ásia Menor (a atual Turquia). O apóstolo Pedro encorajou os irmãos a tornarem-se ainda mais peculiares na fé. Apesar da perseguição, Pedro os admoestou a valorizar a salvação recebida de Cristo, viver em santidade, aguardar o retorno iminente de Cristo e resplandecer em seu testemunho.
Ele conclui sua primeira epístola falando aos presbíteros para alimentarem (ensinarem) a assembleia dos crentes fielmente, e encoraja a cada um na congregação a (1) ser submisso aos outros, (2) revestir-se de humildade, (3) ser vigilante em relação ao Diabo, e (4) lembrar-se dos outros que estão sofrendo por sua fé, assim como eles.
Pedro também exortou os irmãos a ter consciência de que serviam a um Deus que se importava com eles: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pe 5.7). Desse modo, a conclusão de 1 Pedro é um convite para que os cristãos sinceros e humildes lancem todas as suas preocupações sobre Deus. Ele é nosso constante Protetor, nosso “Cuidador”. Ele é nosso Conforto, nossa Âncora, nosso Refúgio e nosso Encorajamento.
Deus, nosso Conforto
O Senhor Deus do Universo sabe tudo sobre você. Ele conhece sua situação e suas necessidades. Ele conhece seu coração, seus pensamentos e desejos mais profundos. Mesmo quando tudo parece escuro e incerto, nunca estamos sozinhos, porque Ele prometeu nunca nos abandonar.
“Nos muitos cuidados que dentro de mim se multiplicam, as tuas consolações me alegram a alma. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus” (Sl 94.19; 2 Co 1.3-4).
Quando Jesus começou seu ministério, Ele fez da pequena cidade de Cafarnaum, localizada na margem noroeste do Mar da Galiléia, Seu lar e Seu “centro de operações” (Mt 4.13-16). Cafarnaum, no hebraico Kafar Nachum, significa “vila ou aldeia de conforto”. É um nome apropriado, porque foi lá que Jesus trouxe conforto a muitos. Na sinagoga, um homem possesso por um espírito imundo foi liberto (Mc 1.23-26). A sogra de Pedro estava acamada com febre (Mc 1.29-31). Um leproso, um paralítico e muitos outros atormentados por doenças e enfermidades foram curados e ajudados por Jesus (Mc 1.40-45; Mc 2.1-12; Mc 3.7-12).
O Senhor Deus do Universo sabe tudo sobre você. Ele conhece sua situação e suas necessidades. Ele conhece seu coração, seus pensamentos e desejos mais profundos. Mesmo quando tudo parece escuro e incerto, nunca estamos sozinhos, porque Ele prometeu nunca nos abandonar (Mt 28.20).
Já que Deus é nosso conforto constante, Ele nos admoesta a não nos preocuparmos com os problemas e com as tribulações: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33).
Não precisamos fraquejar sob o peso das tristezas e dos sofrimentos, porque o Senhor prometeu ser nossa força, nosso escudo e nosso cântico (Sl 28.7). Não devemos temer os incontáveis desafios da vida, porque o Senhor disse: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10).
Deus é o nosso conforto. Podemos confiantemente lançar sobre Ele nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de nós (1 Pe 5.7).
Deus, nossa Âncora
O mar da Galiléia é conhecido por suas tempestades repentinas e violentas. O melhor modo que os pescadores encontraram de lutar contra a tempestade era jogar uma âncora profundamente dentro da água. Neste mundo teremos “tempestades” sem fim e conflitos pessoais. Porém, em Seu cuidado, Deus providenciou uma âncora segura para ajudar-nos quando passarmos por essas situações.
Essa âncora é encontrada na palavra esperança. Nas Escrituras, esperança geralmente refere-se a ter “segurança no porvir”. Pedro disse que nossa âncora da esperança é encontrada no Evangelho; é a nossa “viva esperança” (1 Pe 1.3). O pecado e Satanás causam muitas ondas de dúvida para nos devastar. Porém, Cristo é a garantia do perdão e do céu. Pedro encorajou os irmãos perseguidos a ter esperança na cruz, na ressurreição e no retorno de Cristo (1 Pe 1.2-13).
Tal esperança não é um otimismo cego, mas uma certeza segura. De fato, um dos símbolos da igreja primitiva, retratando a esperança em Cristo além desta vida, era a âncora. Gravada em muitas lápides de cristãos encontradas nas catacumbas perto de Roma, na Itália, o símbolo é baseado em Hebreus 6.19: “A qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu”.
O pescador Pedro deve ter feito suas próprias âncoras. Deve ter selecionado cuidadosamente uma pedra pesada, feito um furo no meio dela, para amarrar uma corda através da abertura. Durante uma tempestade no mar, sua confiança estava em sua âncora.
Neste mundo teremos “tempestades” sem fim e conflitos pessoais. Porém, em Seu cuidado, Deus providenciou uma âncora segura
para ajudar-nos quando passarmos por essas situações.
Em sua epístola, Pedro apresenta Cristo como uma “pedra viva”, rejeitada pela maioria das pessoas, mas preciosa e escolhida por Deus (1 Pe 2.4). Jesus Cristo é a nossa âncora confiável que nunca decepcionará ou falhará.
Portanto, quando as tempestades da dúvida e do desespero lhe assaltarem, saiba que a âncora de Deus é segura e que Ele tem cuidado de você. William C. Martin expressou essa verdade em suas palavras no hino “Minha Âncora Segura”, escrito em 1902 (tradução livre):
Embora as ondas tempestuosas rujam,
Em minha alma sacudida pela tempestade,
Estou em paz, porque sei que,
Embora os ventos soprem violentamente,
Tenho uma âncora certa e segura,
Que suporta sempre.
E ela segura, minha âncora segura:
Sopre seu vento mais tempestuoso, ó vendaval,
Em meu barco tão pequeno e frágil;
Por Sua graça eu não devo falhar,
Porque minha âncora segura,
minha âncora segura.
Deus, nosso Refúgio
O imperador Nero incendiou Roma em 64 d.C. Para aplacar as massas enfurecidas, ele culpou um pequeno grupo religioso, os cristãos.
Aos poucos, mas de forma constante, os não-cristãos começaram a perseguir os seguidores de Cristo por todo o império. O apóstolo Pedro viu a crescente angústia da igreja. Em 1 Pedro, ele instrui os fiéis a permanecerem alegres e satisfeitos, mesmo quando sofressem perseguições por um tempo. O poder supremo de Deus os sustentaria (1 Pe 1.3-6).
Como escreveu o professor de Bíblia Warren Wiersbe: “Deus não prometeu proteger-nos dos problemas, mas proteger-nos nos problemas”[1]. Pedro queria que seus irmãos percebessem que Deus era o único refúgio verdadeiro, como já testemunhou o salmista: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Sl 46.1).
A palavra refúgio refere-se literalmente a abrigar-se de uma tempestade ou de um perigo. Porém, é frequentemente entendida na linguagem figurada como “depositar confiança plena em Deus ou na ‘sombra’ (proteção) de Seu forte poder”.
Usando a imagem da Páscoa, o apóstolo lembrou aos irmãos perseguidos que Deus é o refúgio do pecado. Unicamente através de Cristo, eles eram resgatados: “Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1 Pe 1.18-19).
Deus era também um refúgio em seus sofrimentos: “Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, na prática do bem” (1 Pe 4.19).
Por fim, Deus era um refúgio para a segurança deles. Israel via o Templo em Jerusalém como um refúgio seguro: “Assista eu no teu tabernáculo, para sempre; no esconderijo das tuas asas, eu me abrigo” (Sl 61.4). O lugar mais seguro do Templo era “o esconderijo do Altíssimo... Cobrir-te-á com as suas penas, sob suas asas, estarás seguro” (Sl 91.1,4).
Esses versículos provavelmente referem-se à Arca da Aliança, dentro do Santo dos Santos – especificamente, ao propiciatório, onde dois querubins esculpidos estendiam suas asas sobre a tampa da Arca (1 Rs 6.23-28). Com a aspersão do sangue do sacrifício no Dia da Expiação, Israel aprendeu que seu refúgio mais seguro contra o pecado era sob as asas dos querubins no propiciatório (Lv 16).
Espiritualmente falando, os cristãos são as “pedras vivas” de um templo espiritual em que Deus habita através de Cristo (1 Pe 2.5; Cl 2.9-10). O Templo físico tinha um véu que proibia o acesso ao Santo dos Santos. Ele foi rasgado quando Cristo morreu na cruz, simbolizando que agora temos acesso direto a Deus (Mt 27.51; Hb 10.20). Nosso “Santo dos Santos” interior está sempre disponível. Não existe outro lugar seguro. Deus teve o cuidado suficiente de fazer a Si mesmo nosso refúgio constante.
Deus, nosso Encorajador
Pedro também encorajou os irmãos perseguidos na Ásia Menor a permanecerem firmes na fé (1 Pe 5.12). Ele os admoestou a lembrar quem eram: eleitos em Cristo, aspergidos com o sangue de Jesus e possuidores de uma herança incorruptível reservada para eles no céu (1 Pe 5.1-5,9). Assim como enfrentavam um período de problemas severos, Deus estaria com eles para encorajá-los nesse momento.
Deus usa as Escrituras como Sua fonte principal para encorajar: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4). O próprio Deus é nosso principal encorajamento: “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com outros, segundo Cristo Jesus” (Rm 15.5).
O rei Davi escreveu: “Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão” (Sl 37.25). Deus nunca nos esquece. Ele nunca abandona os Seus (Mt 28.20). Sua verdade duradoura é baseada no amor infinito demonstrado à humanidade na cruz.
Na Catedral de São Paulo, em Londres, na Inglaterra, há uma estátua de mármore em tamanho natural de Jesus na cruz. A expressão do seu rosto retrata uma dor e uma agonia horríveis. O interessante é a inscrição na base. Lê-se: “Assim é que Deus amou o mundo!”. Ele amou a você e a mim o suficiente para suportar toda a agonia física, emocional e espiritual exigida para tornar-se, de uma vez por todas, o sacrifício final pelo seu e pelo meu pecado. Suas promessas são certas e seguras.
Nosso Deus é um Deus que sempre será nosso “Cuidador”. Ele é nosso Conforto, nossa Âncora, nosso Refúgio e nosso Encorajador. Não hesite em fazer o que diz o versículo: “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós” (1 Pe 5.7).

domingo, 12 de maio de 2013

FONTE DE VIDA OU DE MORTE


O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias.” Pv 21.23
A nossa língua precisa estar a serviço de Deus e do próximo. A língua é fonte de vida ou cova de morte; medicina que cura ou veneno que mata; bálsamo que restaura ou fogo que destrói. As nossas palavras precisam glorificar a Deus e abençoar as pessoas. Devemos falar a verdade em amor. Da nossa boca não devem sair palavras torpes, mas unicamente as que forem boas para a edificação, conforme a necessidade, transmitindo, assim, graça aos que ouvem.

Devemos ser pródigos nos elogios e cautelosos nas críticas. Devemos ser prontos para ouvir e tardios para falar. Quem muito fala, muito erra. Quem fala sem refletir acaba sendo açoitado pelo azorrague da língua. A comunicação é vital para construirmos relacionamentos saudáveis no casamento e na família.

Vivemos no século da comunicação virtual, mas assistimos a decadência da comunicação real. Somos a geração que entabula animadas conversas pelas mídias sociais, mas não consegue mais assentar-se à roda de uma mesa para uma refeição em família. Construímos pontes virtuais, mas quebramos os contatos reais. Invista em sua família!

Pai santo, reconheço a necessidade de ser diferente dentro de minha casa. Às vezes sinto-me como um destruidor de pontes. Preciso melhorar. Ajuda-me, ó Deus! Em nome de Jesus. Amém.
Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 4 de maio de 2013

Preciso dizer alguma coisa?


Olha ai, o Luciano Hulck, que pede a cabeça do Feliciano, levando oferendas a Iemanjá e cuspindo em sua Lei Judaica, uma vez que é Judeu. O que diria Moisés ou Elias ao ver tal cena? Pois é, entrou na Globo, tem que se ajoelhar no altar da Feitiçaria Pagã Homossexual.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Caravana da Liberdade de Expressão e liberdade religiosa.

Sob a organização do pastor Silas Malafaia, e vários líderes evangélicos, uma grande manifestação em defesa da família tradicional, da vida, da liberdade de expressão e religiosa acontecerá em Brasília. O evento está programado para o dia 5 de junho, às 15h, em frente ao Congresso Nacional.
 
Pastor Silas pretende reunir cerca de 100.000 mil pessoas no protesto, para marcar posição contra o casamento gay, o aborto e o Projeto de Lei 122. O evento também contará com a participação de vários líderes evangélicos, além dos cantores Talles Roberto, André Valadão, Aline Barros, Eyshila, Nani Azevedo, David Quinlan, Cassiane, e Bruna Carla.
 
 
“Já que estão forçando a barra sobre o casamento gay, vamos a Brasília para dizer que estamos do outro lado. Não é um ato exclusivo para apoiar Marco Feliciano, mas para marcarmos nossa posição. Vamos dar a nossa resposta. Todas as lideranças evangélicas estarão presentes, assim como a bancada evangélica. Vai ter gente de todos os lados do Brasil”, afirmou o pastor.

O Pr. Lúcio Freire e Portal Marketing & Eventos Ltda. estão montando uma caravana para participar dessa manifestação. A viagem está prevista para o dia 04 de junho, às 09h00min, com saída provavelmente de Guaíra, passando por Iporã, Umuarama, Campo Mourão e Maringá. Retornando no dia 06 às 14h00min.

No dia 05/06 pela manhã visita ao Congresso Nacional e Câmara dos Deputados, Ministérios, Memorial JK, Torre Vista Panorâmica de Brasília, Feirinha. E as 15h00min participar da Manifestação.

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